fabio.ribeiro2 em 17. março 2009 - 10:39
Você crê que há no mundo o desejo de se destruir, com bomba nuclear, aos Estados Unidos?
Um algo que me faz pensar é o fato de os jornais brasileiros estamparem em capa as fotos e palavras de Obama e Lula enquanto o New York Times não diz uma palavra sobre o assunto.
Resumo:
Interessante.
O mundo mudou.
Antigamente se falava mais em tirar ouro do Brasil. Hoje o assunto é outro.
Se há preocupação é com a floresta, com a poluição.
Com a economia ... bom, se pudermos ajudar aos ricos, beleza, senão... não nos ajudam também afirmando que vamos afundar mais que eles nessa crise.
Segundo relatos de uma professora de infância, Volodia Putin já demonstrava uma inclinação para rituais sangrentos desde moleque. Certa feita, Uti-Puti - como Volodia era chamado pelos colegas de sala em razão de sua maneira estranha de andar - se candidatou a carrasco do animal de estimação da turma.
Resumo:
Sob Putin a Russia se tornou rapidamente uma democracia perfeita em que todos os dissidentes morrem ou se calam para não morrer.
É verdade que Israel possui armas de destruição em massa tipo: químicas, biológicas e nuclaeres. As forças armadas hebraica são das mais bem equipada e preparada do mundo, possuindo alta tecnologia, onde através de GPS localiza o alvo inimigo e bum!
Pergunta que não quer calar: - Porque a imprensa mundial silenciou sobre o genocídio dos chechenos? Houve vários motivos... é o que se tentará evidenciar neste artigo, ainda que se tenha uma simples amostragem. A questão tem correlações com outros movimentos separatistas caucasianos.
Resumo:
Pergunta que não quer calar: - Porque a imprensa mundial calou sobre o genocídio dos chechenos? Houve vários motivos... é o que se tentará evidenciar neste artigo, ainda que se tenha uma simples amostragem. A questão tem correlações com outros movimentos separatistas caucasianos.
Espero que pessoas racionais entendam que não estou partindo de uma visão de “direita” ou de “esquerda”. Neste artigo serei crítico realista e sem tendências. Não colocarei panos quentes ou encobrimentos nas barbáries da Rússia sobre os povos que já caíram no seu jugo, e, no caso objetivo, os georgianos, abcásios e ossetas.
Resumo:
Neste artigo serei crítico realista e sem tendências. Abordarei o “xadrez” geopolítico imperialista a que os “senhores da guerra” da Rússia e das Potências Ocidentais jogaram a Geórgia, como se fosse reedição da mais sangrenta e destrutiva das guerras já havidas, a “Guerra Fria”.
A esta altura do século 21, o respeito a autodeterminação dos povos já deveria ter-se tornado efetivo e não um mero enfeite de constituições e tratados. A região A não está contente em pertencer ao país B? Faça-se um plebiscito, se necessário sob a supervisão da ONU, e se os separatistas ganharem, levam. Se perderem, aprendam com a maioria a viver no mesmo país.
Resumo:
A posição da Rússia é contraditória, para não dizer hipócrita. Quando o separatismo é no seu território, caso da Chechênia, combate-o a ferro e fogo, com um exagero genocida.
Enviado por Jornal de Debates (não verificado(a)) em 15. agosto 2008 - 17:01
A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, chegou hoje, 15/08, na Geórgia para mostrar o apoio dos Estados Unidos à ex-república soviética, que está em conflito com a Rússia e os separatistas da Ossétia do Sul, província pró-Moscou.
Resumo:
A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice foi à Geórgia para mostrar o apoio dos Estados Unidos à ex-república soviética, que está em conflito com a Rússia. A Venezuela, no entanto, afirma que o “conflito foi planejado, preparado e ordenado pelo governo dos Estados Unidos.”