Pergunta que não quer calar: - Porque a imprensa mundial silenciou sobre o genocídio dos chechenos? Houve vários motivos... é o que se tentará evidenciar neste artigo, ainda que se tenha uma simples amostragem. A questão tem correlações com outros movimentos separatistas caucasianos.
Resumo:
Pergunta que não quer calar: - Porque a imprensa mundial calou sobre o genocídio dos chechenos? Houve vários motivos... é o que se tentará evidenciar neste artigo, ainda que se tenha uma simples amostragem. A questão tem correlações com outros movimentos separatistas caucasianos.
Espero que pessoas racionais entendam que não estou partindo de uma visão de “direita” ou de “esquerda”. Neste artigo serei crítico realista e sem tendências. Não colocarei panos quentes ou encobrimentos nas barbáries da Rússia sobre os povos que já caíram no seu jugo, e, no caso objetivo, os georgianos, abcásios e ossetas.
Resumo:
Neste artigo serei crítico realista e sem tendências. Abordarei o “xadrez” geopolítico imperialista a que os “senhores da guerra” da Rússia e das Potências Ocidentais jogaram a Geórgia, como se fosse reedição da mais sangrenta e destrutiva das guerras já havidas, a “Guerra Fria”.
A esta altura do século 21, o respeito a autodeterminação dos povos já deveria ter-se tornado efetivo e não um mero enfeite de constituições e tratados. A região A não está contente em pertencer ao país B? Faça-se um plebiscito, se necessário sob a supervisão da ONU, e se os separatistas ganharem, levam. Se perderem, aprendam com a maioria a viver no mesmo país.
Resumo:
A posição da Rússia é contraditória, para não dizer hipócrita. Quando o separatismo é no seu território, caso da Chechênia, combate-o a ferro e fogo, com um exagero genocida.
Enviado por Jornal de Debates (não verificado(a)) em 15. agosto 2008 - 17:01
A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, chegou hoje, 15/08, na Geórgia para mostrar o apoio dos Estados Unidos à ex-república soviética, que está em conflito com a Rússia e os separatistas da Ossétia do Sul, província pró-Moscou.
Resumo:
A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice foi à Geórgia para mostrar o apoio dos Estados Unidos à ex-república soviética, que está em conflito com a Rússia. A Venezuela, no entanto, afirma que o “conflito foi planejado, preparado e ordenado pelo governo dos Estados Unidos.”