A esta altura do século 21, o respeito a autodeterminação dos povos já deveria ter-se tornado efetivo e não um mero enfeite de constituições e tratados. A região A não está contente em pertencer ao país B? Faça-se um plebiscito, se necessário sob a supervisão da ONU, e se os separatistas ganharem, levam. Se perderem, aprendam com a maioria a viver no mesmo país.
Resumo:
A posição da Rússia é contraditória, para não dizer hipócrita. Quando o separatismo é no seu território, caso da Chechênia, combate-o a ferro e fogo, com um exagero genocida.