Eleitor brasileiro elegeria candidato gay
O eleitor brasileiro está mais maduro, não se importa com a vida pessoal dos políticos e elegeria um candidato assumidamente gay, caso fosse um administrador competente, afirmou Alberto Carlos Almeida, cientista político e autor do livro "A cabeça do eleitor", uma análise sobre o comportamento da população na hora de decidir o voto.
"O importante para o eleitor é saber se o candidato tem condições de ser um bom prefeito", afirma Alberto Carlos. Para o cientista político, o eleitorado brasileiro está consciente de que o candidato precisa ser um bom administrador e não leva em consideração a opção sexual do político ao votar.
O ex-prefeito de Porto Alegre e ex-governador do Rio Grande do Sul Olívio Dutra (PT), por exemplo, chegou a declarar, em uma entrevista publicada em 1981, que teve relações homossexuais na juventude. A declaração não afetou sua vida política, tanto é que Olívio se elegeu prefeito em 88 e governador em 98.
O eleitor brasileiro está mais maduro, não se importa com a vida pessoal dos políticos e elegeria um candidato assumidamente gay, caso fosse um administrador competente, de acordo com o cientista político Carlos Almeida.

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