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O Senado e o Senhor Feudal

Enviado por André Augusto Passari (não verificado(a)) em 26. junho 2009 - 3:30

Nós, seres mesquinhos, acostumados aos nossos afazeres comezinhos, esquecemo-nos de perguntar de onde é que vêm as coisas. A sociedade, por exemplo, e os seus sistemas políticos. Apegados aos nossos interesses cotidianos não percebemos o quanto estamos inseridos num rol de interesses mais amplos. Acostumamo-nos aos ciclos, às estações, às leis. Acostumamo-nos aos reis. Aos políticos e seus desmandos. E acostumamo-nos ao Senado.

“Na primeira noite eles se aproximam e roubam uma flor do nosso jardim. E não dizemos nada.”

Senador quer dizer senhor, vem de Senatus, Senex, senil, idoso. Na Roma Antiga, o senado era uma assembléia de notáveis, de origem nobre, com cargo vitalício, supostamente homens sábios, experientes, responsáveis pelo governo. No Brasil, senador quer dizer senhor feudal, ou oligarca, de origem nobre provavelmente, com idade mínima de trinta e cinco, e um mandado de oito anos, enquanto todos os outros cargos políticos eletivos são de quatro anos.

“Na segunda noite, já não se escondem; pisam as flores, matam nosso cão, e não dizemos nada.”

O Senado surgiu no Brasil na época do Império, o senador tinha cargo vitalício, e era escolhido pelo imperador a partir de uma lista tríplice. Uma peculiaridade é que o sujeito, para ser senador, precisava ter renda mínima de 800 mil réis por ano, uma fortuna na época, portanto era um cargo da elite, dos oligarcas.

Na República, o Brasil adaptou o modelo norte-americano. Nos EUA, a partir da Constituição de 1787, as antigas Colônias passaram a ser chamadas de Estados, constituindo uma República Federal Presidencialista, porém com certa soberania dos Estados. No Brasil, a partir da Constituição de 1891, inspirada na Constituição Americana, as antigas Províncias passaram a ser chamadas de Estados, porém aqui eles não têm a mesma soberania que nos EUA.

Como se sabe, cada Estado elege três senadores, enquanto o número de deputados federais de cada Estado é proporcional ao número de habitantes. Os senadores representam os Estados, enquanto os deputados representam a população dos Estados. A idéia é equilibrar o Congresso, para que as regiões mais populosas não se beneficiem. Ora, o que acontece é uma desproporção inversa, pois, por exemplo, Estados como Alagos, Sergipe e Amapá, os quais juntos não somam nem um quarto da população de São Paulo, têm somados nove senadores contra três de São Paulo. Não é à toa que vemos, sucessivamente, assumir a presidência do Senado os velhos caciques políticos do Norte e Nordeste (nada contra, é claro, à população desses Estados, mas tudo contra os seus caciques).

Na verdade, desde a Roma Antiga, passando pelos modelos americano, inglês (Câmara dos Lordes) e francês, o Senado sempre existiu para garantir os poderes e privilégios de uma elite. Não faz sentido a existência do Senado no Brasil. Cabe a nós, o povo, fechar o Senado, votando nulo para os senadores e promovendo uma comoção popular. Ou então nos calemos.

“Até que um dia, o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a luz, e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E já não podemos dizer nada.”

  • Senado
  • denunciado

Respostas do Debate

ALTERAÇÕES NA LEI DAS LOCAÇÕES PREDIAIS URBANAS

Enviado por Moacyr Pinto Costa Junior (não verificado(a)) em 25. janeiro 2010 - 14:57
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O Senado e o Senhor Feudal

LEI Nº 12.112, DE 9 DE DEZEMBRO DE 2009.

Mensagem de veto

Altera a Lei nº 8.245, de 18 de outubro de 1991, para aperfeiçoar as regras e procedimentos sobre locação de imóvel urbano.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

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A LULA, E A QUEM INTERESSAR, POSSA

Enviado por jose.junior15 (não verificado(a)) em 9. janeiro 2010 - 13:08
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O Senado e o Senhor Feudal

Carta de Gilberto Geraldo Garbi para Lula

Gilberto Geraldo Garbi foi um dos alunos classificados a seu tempo como UM DOS MELHORES ALUNOS DE MATEMÁTICA que já haviam adentrado o ITA, entre outras honrarias que recebeu daquela instituição.Depois de graduado, desenvolveu carreira na TELEPAR, onde chegou a Diretor Técnico e Diretor Presidente, sendo depois Presidente da TELEBRAS.

A CAMINHO DOS 99,9999995% ( Gilberto Geraldo Garbi )

Há poucos dias, a imprensa anunciou amplamente que, segundo as últimas pesquisas de opinião, Lula bateu de novo seus recordes anteriores de popularidade e chegou a 84% de avaliação positiva. É, realmente, algo "nunca antes visto nesse país" e eu fiquei me perguntando o que poderemos esperar das próximas consultas populares.
Lembro-me de que quando Lula chegou aos 70% achei que ele jamais bateria Hitler, a quem, em seu auge, a cultíssima Alemanha chegara a conceder 82% de aprovação.
Mas eu estava enganado: nosso operário-presidente já deixou para trás o psicopata de bigodinho e hoje só deve estar perdendo para Fidel Castro e para aquele tiranete caricato da Coréia do Norte, cujo nome jamais me interessei em guardar. Mas Lula tem uma vantagem sobre os dois ditadores: aqui as pesquisas refletem verdadeiramente o que o povo pensa, enquanto em Cuba e na Coeria do Norte as pesquisas de opinião lembram o que se dizia dos plebiscitos portugueses durante a ditadura lusitana: SIM, Salazar fica; NÃO, Salazar não sai; brancos e nulos sendo contados a favor do governo...(Quem nunca ouviu falar em Salazar, por favor, pergunte a um parente com mais de 60).
Portanto, a popularidade de Lula ainda "tem espaço" para crescer, para empregar essa expressão surrada e pedante, mas adorada pelos economistas. E faltam apenas cerca de 16% para que Lula possa, com suas habituais presunção e imodéstia, anunciar ao mundo que obteve a unanimidade dos brasileiros em torno de seu nome, superando até Jesus Cristo ou outras celebridades menores que jamais conseguiram livrar-se de alguma oposição...
Sim, faltam apenas 16% mas eu tenho uma péssima notícia a dar a seu hipertrofiado ego: pode tirar o cavalinho da chuva, cumpanhero, porque de 99,9999995% você não passa.
Como você não é muito chegado em Aritmética, exceto nos cálculos rudimentares dos percentuais sobre os orçamentos dos ministérios que você entrega aos partidos que constituem sua base de sustentação no Congresso, explico melhor: o Brasil tem 200.000.000 de habitantes, um dos quais sou eu. Represento, portanto, 1 em 200.000.000, ou seja, 0,0000005% enquanto os demais brasileiros totalizam os restantes 99,9999995%. Esses, talvez, você possa conquistar, em todo ou em parte. Mas meus humildes 0,0000005% você jamais terá porque não há força neste ou em outros mundos, nem todo o dinheiro com que você tem comprado votos e apoios nos aterros sanitários da política brasileira, não há, repito, força capaz de mudar minha convicção de que você foi o pior dentre todos os presidentes que tive a infelicidade de ver comandando o Brasil em meus 65 anos de vida.
E minha convicção fundamenta-se em um fato simples: desde minha adolescência, quando comecei a me dar conta das desgraças brasileiras e a identificar suas causas, convenci-me de que na raiz de tudo está a mentalidade dominante no Brasil, essa mentalidade dos que valorizam a esperteza e o sucesso a qualquer custo; dos que detestam o trabalho e o estudo; dos que buscam o acesso ao patrimônio público para proveito pessoal; dos que almejam os cabides de emprego, as sinecuras e os cargos fantasmas; dos que criam infindáveis dinastias nepotistas nos órgãos públicos; dos que desprezam a justiça desde que a injustiça lhes seja vantajosa; dos que só reclamam dos privilégios por não estar incluídos entre os privilegiados; dos que enriquecem através dos negócios sujos com o Estado; dos que vendem seus votos por uma camiseta, um sanduíche ou, como agora, uma bolsa família; dos que são de tal forma ignorantes e alienados que se deixam iludir pelas prostitutas da política e beijam-lhes as mãos por receber de volta algumas migalhas do muito que lhes vem sendo roubado desde as origens dos tempos; dos que são incapazes de discernir, comover-se e indignar-se diante de infâmias.
Antes e depois de mim, muitos outros brasileiros, incomparavelmente melhores e mais lúcidos, chegaram à mesma conclusão e, embora sejamos minoria, sinto-me feliz e honrado por estar ao lado de Rui Barbosa. Já ouviu falar nele? Como você nunca lê, eu quase iria sugerir-lhe que pedisse a algum de seus incontáveis assessores que lhe falasse alguma coisa sobre a Oração aos Moços... Mas, esqueça... Se você souber o que ele, em 1922, disse de políticos como você e dos que fazem parte de sua base de sustentação, terá azia até o final da vida.
Pense a maioria o que quiser, diga a maioria o que disser, não mudarei minha convicção de que este País só deixará de ser o que é - uma terra onde as riquezas produzidas pelo suor da parte honesta e trabalhadora é saqueada pelos parasitas do Estado e pelos ladrões privados eternamente impunes - quando a mentalidade da população e de seus representantes for profundamente mudada..
Mudada pela educação, pela perseverança, pela punição aos maus, pela recompensa aos bons, pelo exemplo dos governantes.
E você Lula, teve uma oportunidade única de dar início à mudança dessa mentalidade, embalado que estava com uma vitória popular que poderia fazer com que o Congresso se curvasse diante de sua autoridade moral, se você a tivesse. Você teve a oportunidade de tornar-se nossa tão esperada âncora moral, esta sim, nunca antes vista nesse País. Mas não, você preferiu o caminho mais fácil e batido das práticas populistas e coronelistas de sempre, da compra de tudo e de todos. Infelizmente para o Brasil, mas felizmente para os objetivos pessoais seus e de seu grupo, você estava certo: para que se esforçar, escorado apenas em princípios de decência, se muito mais rápido e eficiente é comprar o que for necessário, nessa terra onde quase tudo está à venda?
Eu não o considero inteligente, no nobre sentido da palavra, porque uma pessoa verdadeiramente inteligente, depois de chegar aonde você chegou, partindo de onde você partiu, não chafurdaria nesse lamaçal em que você e sua malta alegremente surfam, nem se entregaria a seu permanente êxtase de vaidade e autoidolatria.
Mas reconheço em você uma esperteza excepcional: nunca antes nesse País um presidente explorou tão bem, em proveito próprio e de seu bando, as piores qualidades da massa brasileira e de seus representantes.
Esse é seu legado maior, e de longa duração: o de haver escancarado a lúgubre realidade de que o Brasil continua o mesmo que Darwin encontrou quando passou por essas plagas em 1832 e anotou em seu diário: "Aqui todos são subornáveis".
Você destruiu as ilusões de quem achava que havíamos evoluído em nossa mentalidade e matou as esperanças dos que ainda acreditavam poder ver um Brasil decente antes de morrer.
Você não inventou a corrupção brasileira, mas fez dela um maquiavélico instrumento de poder, tornando-a generalizada e fazendo-a permear até os últimos níveis da Administração. O Brasil,sob você, vive um quadro que em medicina se chamaria de septicemia corruptiva.
Peça ao Marco Aurélio para lhe explicar o que é isso.
Você é o sonho de consumo da banda podre desse País, o exemplo que os funcionários corruptos do Brasil sempre esperaram para poder dar, sem temores, plena vazão a seus instintos.
Você faz da mentira e da demagogia seu principal veículo de comunicação com a massa.
A propósito, o que é que você sente, todos os dias, ao olhar-se no espelho e lembrar-se do que diz nos palanques?
Você sente orgulho em subestimar a inteligência da maioria e ver que vale a pena?
Você mentiu quando disse haver recebido como herança maldita a política econômica de seu antecessor, a mesma política que você manteve integralmente e que fez a economia brasileira prosperar.
Você mentiu ao dizer que não sabia do Mensalão
Mentiu quando disse que seu filho enriqueceu através do trabalho
Mentiu sobre os milhões que a Ong 13, de sua filha, recebeu sem prestar contas
Mentiu ao afastar Dirceu, Palocci, Gushiken e outros cumpanheros pegos em flagrante
Mente quando, para cada platéia, fala coisas diferentes, escolhidas sob medida para agradá-las
Mentiu, mente e mentirá em qualquer situação que lhe convenha.
Por falar em Ongs, você comprou a esquerda festiva, aquela que odeia o trabalho e vive do trabalho de outros, dando-lhe bilhões de reais através de Ongs que nada fazem, a não ser refestelar-se em dinheiro público, viajar, acampar, discursar contra os exploradores do povo e desperdiçar os recursos que tanta falta fazem aos hospitais.
Você não moveu uma palha, em seis anos de presidência, para modificar as leis odiosas que protegem criminosos de todos os tipos neste País sedento de Justiça e encharcado pelas lágrimas dos familiares de tantas vítimas.
Jamais sua base no Congresso preocupou-se em fechar ao menos as mais gritantes brechas legais pelas quais os criminosos endinheirados conseguem sempre permanecer impunes, rindo-se de todos nós.
Ao contrário, o Supremo, onde você tem grande influência, por haver indicado um bom número de Ministros, acaba de julgar que mesmo os condenados em segunda instância podem permanecer em liberdade, até que todas as apelações, recursos e embargos sejam julgados, o que, no Brasil, leva décadas.
Isso significa, em poucas palavras, que os criminosos com dinheiro suficiente para pagar os famosos e caros criminalistas brasileiros podem dormir sossegados, porque jamais irão para a cadeia.
Estivesse o Supremo julgando algo que interessasse a seu grupo ou a suas inclinações ideológicas, certamente você teria se empenhado de corpo e alma.
Aliás, Lula, você nunca teve ideais, apenas ambições.
Você jamais foi inspirado por qualquer anseio de Justiça. Todas as suas ações, ao longo da vida, foram motivadas por rancores, invejas, sede pessoal de poder e irrefreável necessidade de ser adorado e ter seu ego adulado.
Seu desprezo por aquilo que as pessoas honradas consideram Justiça manifesta-se o tempo todo: quando você celeremente despachou para Cuba alguns pobres desertores que aqui buscavam a liberdade; quando você deu asilo a assassinos terroristas da esquerda radical; quando você se aliou à escória do Congresso, aquela mesma contra quem você vociferava no passado; quando concedeu aumentos nababescos a categorias de funcionários públicos já regiamente pagos, às custas dos impostos arrancados do couro de quem trabalha arduamente e ganha pouco; quando você aumentou abusivamente as despesas de custeio, sabendo que pouquíssimo da arrecadação sobraria para os investimentos de que tanto carece a população; quando você despreza o mérito e privilegia o compadrio e o populismo; e vai por aí.... Justiça, ora a Justiça, é o que você pensa...
Você tem dividido a nação, jogando regiões contra regiões, classes contra classes e raças contra raças, para tirar proveito das desavenças que fomenta.
Aliás, se você estivesse realmente interessado, como deveria, em dar aos pobres, negros e outros excluídos as mesmas oportunidades que têm os filhos dos ricos, teria se empenhado a fundo na melhoria da saúde e do ensino públicos.
Mas você, no íntimo, despreza o ensino, a educação e a cultura, porque conseguiu tudo o que queria, mesmo sendo inculto e vulgar. Além disso, melhorar a educação toma um tempo enorme e dá muito trabalho, não é mesmo?
E se há coisa que você e o Partido dos Trabalhadores definitivamente detestam é o trabalho: então, muito mais fácil é o atalho das cotas, mesmo que elas criem hostilidades entres as cores, que seus critérios sejam burlados o tempo todo e que filhos de negros milionários possam valer-se delas.
A Imprensa faz-lhe pouca oposição porque você a calou, manipulando as verbas publicitárias, pressionando-a economicamente e perseguindo jornalistas.
O que houve entre o BNDES e as redes de televisão?
O que você mandou fazer a Arnaldo Jabor, a Boris Casoy, a Salete Lemos?
Essa técnica de comprar ou perseguir é muito eficaz. Pablo Escobar usou-a com muito sucesso na Colômbia, quando dava a seus eventuais opositores as opções: "O plata, o plomo". Peça ao Marco Aurélio para traduzir. Ele fala bem o Espanhol.
Você pode desdenhar tudo aquilo que aqui foi dito, como desdenha a todos que não o bajulem.
Afinal, se você não é o maior estadista do planeta, se seu governo não é maravilhoso, como explicar tamanha popularidade?
É fácil: políticos, sindicatos, imprensa, ONGs, movimentos sociais, funcionários públicos, miseráveis, você comprou com dinheiro, bolsas, cotas, cargos e medidas demagógicas.
Muita gente que trabalha, mas desconhece o que se passa nas entranhas de seu governo, satisfez-se com o pouco mais de dinheiro que passou a ganhar, em consequência do modesto crescimento econômico que foi plantado anteriormente, mas que caiu em seu colo..
Tudo, então, pode se resumir ao dinheiro e grande parte da população parece estar disposta a ignorar os princípios da honradez e da honestidade e a relevar as mentiras, a corrupção, os desperdícios, os abusos e as injustiças que marcam seu governo em troca do prato de lentilhas da melhoria econômica.
É esse, em síntese, o triste retrato do Brasil de hoje.... E, como se diz na França, "l´argent n´est tout que dans les siècles où les hommes ne sont rien".
Você não entendeu, não é mesmo? Então pergunte à Marta. Ela adora Paris e há um bom tempo estamos sustentando seu gigolô franco-argentino...
Gilberto Geraldo Garbi
In http://floydfreud.bravejournal.com/entry/28391

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O Senado e a vergonha nacional

Enviado por ricardo.barros (não verificado(a)) em 13. julho 2009 - 11:13
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O Senado e o Senhor Feudal

O SENADO E A VERGONHA NACIONAL

O Senado foi uma instituição que nasceu na Roma Antiga e tinha uma origem nobre. No Brasil atual, infelizmente, o Senado tem se disvirtuado de suas verdadeiras atribuições.

Resumo: 

O Senado foi uma instituição que nasceu na Roma Antiga e tinha uma origem nobre. No Brasil atual, infelizmente, o Senado tem se disvirtuado de suas verdadeiras atribuições.

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REFLEXÕES SOBRE NOSSO LEGISLATIVO

Enviado por fadlo.neto (não verificado(a)) em 11. julho 2009 - 1:28
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O Senado e o Senhor Feudal

REFLEXÕES SOBRE NOSSO LEGISLATIVO

Resumo: 

Breve comentário sobre as irregularidades do nosso legislativo e implicações na vida diária de nossa população .

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SENADO FEDERAL EM CHAMAS ...OU EM LAMA?

Enviado por max.ney.telles (não verificado(a)) em 10. julho 2009 - 1:23
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O Senado e o Senhor Feudal

O Brasil, pais o qual milhões de pessoas idolatram, parece que se tornou uma pátria sem leis, ou quando se tem, não é aplicado com a serenidade como deveria, e a veracidade disso, esta nas diversas transgressões éticas e inumares imoralidades ocorridas nos bastidores políticos, já no primeiro mandato do presidente LULA, do PT, que consequentemente culminaram em rombo nos cofres publico e infelizme

Resumo: 

Diante das tantas irregularidades descobertas em sua gestão como presidente daquele congresso e divulgadas, que envolvem parentes seus, como: o neto que intermediava empréstimos consignados no senado; o outro neto que era funcionário fantasma, outro parente que morava na Espanha e recebia salário do senado, e o mordomo da casa da Roseana Sarney (filha do presidente) que recebia 12 mil reais como funcionário do senado e daqueles outros parentes que faziam parte da folha de pagtº do senado, provavelmente nomeados em atos bastantes secretos mesmo.

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CASA DA VERGONHA

Enviado por carlos.conceicao (não verificado(a)) em 9. julho 2009 - 20:57
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O Senado e o Senhor Feudal

O senador e seus pares estão perdidos, se tornaram a vergonha da nação. Muitos são homens que sucumbiram aos desmandos e a baderna institucionalizada em que se tornou o senado da república. Só resta ao "velho" senador se conscientizar que a sua permanência não é mais possível na presidência do senado.

Ao longo do tempo, transformaram o senado num feudo para satisfazer seus interesses corporativistas e mercenários. O povo brasileiro se tornou vítima deste pecaminoso esquema de uso indevido do poder emanado dos pobres cidadãos, sem forças para evitar que estes senhores traíssem a confiança neles depositadas através do voto.

Vivem acastelados na capital federal, tecendo seus golpes macabros contra a cidadania. O nosso senado federal se tornou um antro em que proliferam as armações e os conchavos e atos de pura irresponsabilidade administrativa. Um desrespeito contra a nação. Transformaram o Senado Federal na casa da vergonha nacional.

Resumo: 

O senador e seus pares estão perdidos, se tornaram a vergonha da nação. Muitos são homens que sucumbiram aos desmandos e a baderna institucionalizada em que se tornou o senado da república.

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Por falar em PMDB

Enviado por guilherme.scalzilli (não verificado(a)) em 6. julho 2009 - 22:15
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O Senado e o Senhor Feudal

Sob condições “normais”, a imolação pública de José Sarney mereceria lautos festins. Acontece que a febre moral da grande imprensa visa apenas desgastar o PMDB governista antes das disputas de 2010. É pura campanha eleitoral.

Resumo: 

A febre moral da grande imprensa visa apenas desgastar o PMDB governista antes das disputas de 2010. É pura campanha eleitoral.

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Quem é a favor de se fechar o Senado?

Enviado por André Augusto Passari (não verificado(a)) em 27. junho 2009 - 16:31
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O Senado e o Senhor Feudal

Pelos argumentos já expostos e muitos outros ainda, como a avalanche de denúncias que inunda a impressa quase cotidianamente, gostaria de saber: quem é a favor de se fechar o Senado? É claro que toda reforma política deve ser inserida num contexto mais amplo de mudanças estruturais e sociais. Porém, gostaria de saber a opinião dos debatedores sobre a questão que se coloca.

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POBREZA DA POLITICA BRASILEIRA

Enviado por juarez.pereira (não verificado(a)) em 26. junho 2009 - 18:55
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O Senado e o Senhor Feudal

Há quase dois anos nosso Brasil comentava sobre o senador Renan Calheiros, sua pensão -via empreiteira- a sua amante e mãe de seu filho. Deu em nada, a não ser em elavar o nome da fulana que logo saiu do esquecimento e foi promovida a "garota da playboy".
O brasileiro conheceu a famosa, masturbou sobre a playboy e em estado de gozo se esqueceu do senado!

Resumo: 

A situação não muda .
Parece que os políticos vivem num paríso fiscal.

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