Psicopatas & sociopatas!
A história feita com montagem de inquérito e laudos periciais parece ser irreal. Pode ter o pai ou a madrasta causado a morte da menina, mas nunca da forma como psicopatas - sociopatas venderam os fatos para a sociedade através da mídia. Foram sendo imaginadas ocorrências à medida que se armavam impostações de fatos. Primeiro, os gritos da menina para que o pai parasse, mas depois ficou melhor dizer que ela estava desmaiada desde que foi retirada do carro.
Seguiu-se uma inicial de que o IML encontrou sangue da menina no carro. Depois negou-se isso, quando o momento era de construir uma história em que isso não se encaixava. Depois, voltou-se às presenças de sangue que teriam sido encontradas pelo IML, para dizer que a menina saiu desmaiada do carro, foi atirada ao chão da sala no apto, e depois estrangulada. Tudo, ainda, com manipulações de testemunhas que apareciam com declarações convenientes às incriminações.
Por fim fez-se o triste espetáculo da simulação do crime. Alguns pontos dúbios surgiram: - pareceu em face de como foi forçado o buraco na tela na simulação, que a menina pode não ter passado pelo buraco original que foi anteriormente mostrado; - imaginou-se que a menina foi agredida dentro do carro com uma chave tetra, mas isso teria causado muito sangue e não iria desmaiar a menina; - não se pode esquecer nunca que desde o primeiro momento delegada(o) e procurador pré-julgaram tudo.
As manchas de sangue no carro, dado como tendo perfil compatível com a menina, isso pode significar que não se sabe de quem seja, era de outra pessoa, ou pela quantidade mínima detectada, não houve condições de análise, nem de que era, nem de tempo em que teriam sido causadas; - andou sendo noticiado que tais manchas no carro podiam não ser sangue, mas algo que produzia reação ao material químico usado na investigação. Buscou-se também desse fato criar versões as mais monstruosas imagináveis.
Devia-se ter simulado a queda, para avaliar melhor o local onde cairia no chão o corpo da menina. Tem-se dúvida sobre o instrumento usado para cortar a tela, faca ou tesoura, e opta-se por dizer as 2 coisas. Quaisquer sinais encontrados, tomando-se que não tenham sido forjados, dentro da casa foram transformados em partida para fantasias de algo pavoroso que teria sido cometido. A apresentação sensacionalista e perversa dos fatos excede o que se vê ou fala de psicoses ou psicopatias.
Referente a reconstituir a queda da menina, que está determinada como sendo do 6º andar, não se devia descartar a hipótese de ter acontecido de outro apartamento num andar inferior. As lesões sofridas pela menininha tornam factível considerar-se ter caído de janela em menor altura. Deviam-se ter feito minuciosas diligências nos apartamentos dos pisos inferiores desde o começo das investigações. Até mesmo testar e analisar a trajetória da queda era imprescindível.
Sociopatas da mídia criaram comoção pública horrenda, inclusive induzindo turbas a riscos de agressões ou linchamentos. Foi praticado tanto contra o casal, como também tentando atingir os seus filhos e todos os familiares as mais hediondas perpetrações e instigações de desgraça pública, demonização, tortura e terrorismo. Após a detenção do casal instigou-se presos, em prisões, à assassiná-los, ao se alardear que estaria o casal jurado de morte. Isso tudo ao arrepio de qualquer responsabilização!
A indução da ideação de esganação da criança iniciou na expectativa de ter como prova a probabilidade, na queda sofrida pela menina, de alguma fratura na região do pescoço. Sem essa prova, passou-se a acusações de sinais de esganação. Para ter havido uma esganação que asfixiasse até o desfalecimento haveria marcas visíveis. Não fosse pouco, pessoas doentias criaram e outras, piores ainda, divulgaram na mídia ilustração diabólica da madrasta estrangulando a menina Isabella.
Há conflito se for afirmado que a menina tivesse saído desmaiada desde o carro, com a afirmação estranha de que depois a madrasta a teria esganado. Se não estava desfalecida até faltou a idéia de arrumar, induzir com propalações, testemunha que tenha ouvido gritos de dor e choro da criança. Noto que essas afirmações não excluem necessariamente a autoria do pai ou da madrastra em algo que causasse a morte da criança, mas não é lógica a pressuposição de verdadeiras como estão constituídas as acusações.
Foram impossibilitadas ações de defesa do casal. Impediu-se qualquer investigação no sentido de uma terceira pessoa ter cometido o crime. Poderia, pelo menos de início, também se ter imaginado a hipótese acidental, de que a menina, talvez até tendo feito o buraco na tela antes, quisesse fazer uma brincadeira com os pais, e acabou caindo. Isso é normal na forma de pensar de uma criança. Como já falei os fatos foram pré-julgados no primeiro instante, quando se teria múltiplas possibilidades.
Não há mais nenhuma condição de julgamento justo e imparcial para o casal, até caso seja mesmo culpado. Não há mais, pela forma como estão comprometidos policiais, delegados, promotores, e mídia, nenhuma possibilidade de se permitirem que venha à tona uma possível inocência do casal. Imaginemos o tamanho bilionário que teriam que ter as indenizações de parte do Estado e de órgãos da mídia, e também o tempo de cadeia para as pessoas que teriam que responder por barbáries e monstruosidades.
Não importa o quanto se aparente respeitar os direitos de defesa do casal, não existe nenhuma pessoa em condição de ser jurado. Não se tem condições de um magistrado reconhecer qualquer tese de defesa. Não se permite nada que não seja no sentido de incriminar e agravar acusações ao casal. Não importa qual imagem que se dê aos processos e audiências judiciais do casal, teremos linchamento judicial, feito de acordo com as ideações e imaginações dos acusadores e da mídia.
Também de testemunhas, numa história desde o primeiro início transformada em tenebrosos sensacionalismos e pré-julgamentos públicos, não há condições de crédito. Ninguém desconhece que quando se manipula desgraça pública contra alguém, não faltam falsos testemunhos e incriminações forjadas. Não faltam atiradores de pedras e linchadores. Isso sem falar no poder da mídia de fazer cabeças ou despertar, em comoções públicas, as mais terríveis acusações irreais e de inverdades.
Nenhum crime poderá igualar a perversidade, tortura, barbárie e monstruosidade, terror e terrorismo, com que se buscou atingir psicológica e socialmente não só o casal acusado, mas também seus pais, e ainda mais seus filhos. Além dos noticiarias incessantes na mídia, turbas insanas foram movidas para as residências onde estivessem o casal e seus filhos e familiares. Acredito que também os filhos e os familiares do casal acusado estarão com suas vidas sociais conturbadas por longo tempo.
Em todos esses atos não houve a repressão policial que seria obrigatória, tanto contra as insânias de membros da imprensa, como nos atos de populares instigados para criarem situações de horror onde estivessem o casal acusado, seus filhos, pais e familiares. Nem em ficção ainda se tinha visto um quadro tão medonho de manipulações de sensacionalismos e comoções públicas. Estamos num país aonde a imprensa, especialmente televisiva, faz proveito torpe o tempo todo do tal jornalismo policial.
E não se desconsidere que ainda se premedite impor aos filhos do casal manipulações de profissionais de psico-atendimento. Esse tipo de intervenção de profissionais presta-se a mal intencionadas e maléficas artimanhas contra pessoas. Seja em tumultuar relações familiares, ou em enredar para armar acusações ou incriminações, em que se pode ter profissionais pseudamente científicos com totais prerrogativas para suas subjetividades, oportunismos, perversidades ou interesses inconfessáveis.
A lógica dos acontecimentos aponta para o casal Nardoni como autor do crime, ainda que se devia considerar possível origem sem intenção de matar ou desatino de momento que tenha desencadeado o que aconteceu, e ainda também se deve levar em conta a hipóteses de terceira(as) pessoa(s) que cometeu. O que ocorre é que não se permitiu investigação imparcial, sem pré-julgamento, fez-se sórdidos sensacionalismos e imposições de acusações, e não se permitiu nunca qualquer defesa ou explicação ao casal.
Não se pode descartar em nada a possibilidade de o pai ou a madrasta ter causado a morte da menina, mas é difícil numa ação em conjunto ambos cometerem o crime como tem sido feitas acusações. Duas cabeças pensando juntas aumentam freios a atos extremamente descompensados, ainda mais na situação do casal em relação à menina. Criminalidade dessa forma ocorre de se ter em cumplicidades que se caracterizam por ações de terceiros. Deve-se pensar que se foi o casal, não o fez como são as acusações.
Como escrevi noutro artigo nos primeiros dias do acontecimento, crimes de calúnia, injúria, infamação, pré-julgamento, independem de que se venha provar a autoria dos acusados, quando no momento a publicidade constituía-se ato ignominioso. Ao manipular acusações, sensacionalismos e comoções públicas, até antes de investigações que pudessem ser conclusivas, mesmo se o casal for condenado, permanecessem os crimes dos divulgadores de acusações públicas. É o horror que se fez é imensurável!
Partindo da visão, em que eu e minha esposa somos vítimas de quadrilhas de crime organizado de policiais, delegadas, juízas, promotoras, desembargadores e procurador, incluindo agentes de IML, cúmplices com médica-monstro de família, psicóloga e assistente social, tenho noção de quanto aconteça de criminosos forjarem perversidades, calúnias e incriminações. Houve também, no meu caso, crimes cometidos por psiquiatras e assistente social de um hospício, e funcionários de empresa de ambulância.
Houve uma seqüência de atos criminosos que, a partir de um internamento criminosamente urdido por profissionais de um onipotente Plano de Saúde, de que sou associado como bancário aposentado de uma estatal. Após isso se desencadeou uma continuidade de crimes, para me impedir de buscar Justiça e para limpar o primeiro crime tentando-se novo internamento criminoso. No andar dos acontecimentos entrou a cumplicidade de quadrilha de autoridades de Polícia, Judiciário e Ministério Público.
No meu caso, processos nos Juizados Especial Criminal e da Vara da Família viraram grotescas e estarrecedoras aberrações judiciais. Foram cometidas cruéis arbitrariedades, abusos, prevaricações, facciosidades, corrupções, corporativismos, etc. Não falta nem mesmo Corregedorias do Judiciário e Ministério Público transformando-se em "papel higiênico" no afã de camuflar os crimes, no intuito de me frustrar em processos civis por danos morais, pois impossível contra tais criminosos processos penais.
Os criminosos dentro do Judiciário e do Ministério público agiram como a pior espécie de bandidos, tornado-se celerados desregrados fora da Lei, no intento de me impedir fazer a verdade vir à tona, e também me anular em ter sucesso na busca de Justiça, responsabilizações e reparações. Criou-se uma hoste de canalhocratas sem limites em tentar me imputar inverdades, calúnias e forjar incriminações. Estou no momento com processos civis que espero não acabem recebendo o mesmo trato facinoroso.
Tem sido vergonhoso como os atos e ações relacionados com os processos, que referi, foram movidos contra mim. A simples verificação dos autos é prova cabal dos crimes, em que canalhas tem tentado ignorar a verdade dos fatos acontecidos, e tentam desviar evidência das irregularidades, abusos, ilegalidades, crimes e facciosidades, com atos que chegam a serem peças ridículas ante a exposição de canalhocracia. Tenta-se impunidade e encobrimento dos crimes cometidos por poderosos.
A realidade das vítimas de crimes de canalhocracias institucionalizadas não se reflete para sociedade. As massas, no Brasil estão manipuladas por desinformação, propaganda, informação dirigida, e mordaça, por verdadeiras máfias institucionalizadas. O tipo de crime, vítimas de incriminações forjadas, calúnias, injúrias e infamações, que aqui denuncio, a sociedade em geral não percebe, pois apenas lhe é dada conhecer a versão sob a qual canalhas esmagaram suas vítimas.
No Brasil acusações são tratadas como fatos provados, e inverteu-se o senso da inocência até que se prove culpa, por não permitir defesa e ignorar o contradito. É só verificar como se divulgam acusações a partir da feitura de Boletins de Ocorrência Policial. Há até disputa na mídia pelo Ibope desse tipo de publicidade de acusações. Estamos num país transformado em império da calúnia e incriminação forjada, tal como agem canalhocracias institucionalizadas em moldes de quadrilha e crime organizado.
Quer-se Justiça feita ao léu de grupos de poder e de obscuros interesses, incluído até mesmo atrocidades previstas até em Lei, como se tem na torpe e inconstitucional Lei Maria da Penha. Quer-se esconder descalabros com imagens cínicas e hipócritas, apresentando canalhocracias maquiadas de fachadas nobres e de ações legais e legítimas. Justiça não pode ser tratada como simples vontade política, sendo obrigatório o respeito integral ao pleno direito, à honra, e à legítima defesa da pessoa.

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