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É só o que falta anunciar nas agências de turismo. Surpreendente como a prostituição vem crescendo absurdamente no país. O fato de o Brasil ser conhecido como país do turismo sexual não é à toa. Chegamos a ponto de ver mães oferecendo seus filhos na beira das estradas em troca de dinheiro. MÃE deveria ser a primeira a cuidar e proteger seu filho, custe o que custar. Mas a lei da oferta e da procura ultrapassa todos os limites.
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Prostituição é um problema social sim, tão grave quanto o analfabetismo, a desigualdade social e a criminalidade. Surgindo por diversas razões como a falta de emprego, tornar-se produto do meio devido à falta de escolha (mães que introduzem seus filhos nessa vida), comodidade e facilidade em ganhar dinheiro para quem viabiliza. A situação chegou a um ponto que requer medidas para buscar soluções visando retardar seu crescimento. O governo não pode fechar os olhos só porque esse tipo de turismo é rentável. Com tantas belezas naturais, praias, lugares históricos, folclore, carnaval, não queremos ser conhecidos e reconhecidos como "o país do sexo" ou "a terra da prostituição". O turista que quiser sexo que vá procurar em outro lugar.
Pesquisas recentes mostram um perfil diferente do turista que vem em busca do sexo. Geralmente são pessoas com um nível de vida médio/alto entre <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" />20 a 40 anos que chegam de avião e ficam em hotéis badalados. Tais dados desmistificam a idéia de um turista de meia idade que procura única e exclusivamente o sexo. O preconceito gerado em cima dos turistas de meia-idade está sendo posto de lado em virtude do aumento de jovens a procura do turismo sexual. Tal turismo que é "muito barato" e de fácil acesso.
De prostituição infantil ao tráfico de mulheres. Hoje em dia o importante é faturar. A preocupação pelo bem-estar do próximo, aqui, não é visualizada. O ser humano torna-se mercadoria, não tendo direito de escolha, obrigado a fazer tudo o que é dito. A violação dos direitos humanos é brutal. Como não considerar crime o abuso de menores ou o trabalho forçado de pessoas? É necessário reavaliar alguns cenários brasileiros, tais como educação, economia, saúde. Não é extinguindo ou dificultando o turismo sexual que vamos conseguir acabar com a prostituição. É preciso começar um programa de conscientização da população, melhoria na educação, aumento da oferta de empregos, ou seja, gerar subsídios para que todos tenham um nível básico de instrução.

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