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UMA CAMPANHA PARA ADOÇÃO.

Enviado por sergio.marinho (não verificado(a)) em 2. novembro 2006 - 21:00
Resposta ao debate: 
Lula X Alckmin: quem venceu o debate?

UMA CAMPANHA PARA ADOÇÃO A campanha do PSDB, até o presente momento encontra-se órfã, ninguém quer adota-la, o que os veículos de comunicação tem divulgado, é que todos tinham um coelho na cartola, não sei porque não o utilizaram, limitam-se a observarem a seus modos, inclusive comparando o partido como se fosse um iogurte, que se tem chacoalhar antes de ingerir, alem de se isentarem deste grande desastre, em relação à estratégia programada, e prosseguem dando entrevistas, fazendo comparações do tipo, comportou-se como antiga UDN, precisava acabar com a hegemonia, tirar o salto alto, criticas ao PFL, etc; Concordo plenamente que foi desastrosa a campanha, e vou mais alem em termos de comparação, vimos nos dois candidatos um enorme comportamento diferenciado, um parecia aquele menino levado dos corredores de um edifício, e o outro, aquele menino mais esperto que vivia nas ruas da periferia, sempre mais atenta a tudo que acontecia a sua volta, e não queria ser pego de surpresa. Os números não deixam dúvidas para serem contestados, foram mais de 58 milhões de votos, e sirva, para aquela minoria acadêmica e privilegiada na educação, pensarem um pouco mais, quando se dirigirem aos menos afortunados em qualquer sentido, com mais humildade e benevolências, ao invés de tentarem se beneficiar inclusive pelo baixo nível de instrução, de fatos ilusórios, que para o país seria ruim a reeleição do candidato. Hoje qualquer brasileiro sabe que ainda existe divisão, apesar dos esforços que temos observado, relacionados á determinada seguimentos da sociedade, principalmente na área da educação. Viu-se no candidato da oposição, uma apresentação muito pessoal e a nível estadual, levando sempre seus discursos para seus feitos em São Paulo, e ainda enaltecendo alguns antecessores, faltando-lhe a lembrança que alguns já haviam estado no Governo anteriormente e que o povo naquela oportunidade lembrava-se das promessas feitas e não cumpridas, e quando se voltava para a nação, gerava uma série de promessas, inclusive para região nordeste, reduto forte do candidato reeleito, tentando mostrar que podia fazer muito mais. (Eles preferiram não trocar o certo pelo duvidoso), por outro lado o outro candidato continuava na sua apresentação humilde, mostrando o que fora feito, e que ainda precisava fazer muito mais, diante do já havia iniciado. Assim foram sucedendo-se dias após dias, sem debates e com a mídia a sua disposição, mostravam-se alheios à situação vendo o crescimento adversário nas pesquisas, até surgir o caso DOSSIÊ, que inicialmente foi benéficos em levar a eleição para o segundo turno, porem se consideravam uma arma poderosa diante dos fatos, a campanha do candidato reeleito também resolveu fazer uso desta, comparando ao governo anterior de seu partido, alegando que o atual apura e o antigo varria para debaixo dos tapetes, a partir desse momento, a campanha desencadeou para um nível pouco esclarecedor, sendo bem mais claro e convincente o candidato reeleito mais uma vez. O fracasso no raciocínio foi tanto, que não os deixaram observar que enquanto batiam, mais o outro candidato subia nas pesquisas, outra tentativa foi elaborada para se conseguir diminuir a diferença, que a esta altura já era grande, foram colocando tudo que viam pela frente, até atingir dirigentes de instituições como as próprias, no caso Policia Federal, via-se naquele momento que o desespero tinha alcançado proporções incalculáveis, pela internet, os pretensos eleitores do PT, eram acusados de analfabetos, corruptos, ladrões, encabrestados etc; O tema que mais evoluiu, ficou com a proposta de se fazer obra no Brasil inteiro, como saída para o desemprego, e a turma da oposição, sentia na carne a resposta que fora dado anteriormente pelo candidato, que queria mais Engenheiros do que Pedreiros, e seguiam-se as chacotas com os petistas, sobre o maior canteiro de obras do mundo, ficaria aqui dando números a uma série de casos considerados ridículos para uma campanha. Naquele momento precisavam parar para analisar o porque do resultado que estava alcançando, apesar do tempo muito mais curto, não o fizeram ou não tinham mais como mudar resolveram manter-se na mesma linha com acusações e atacavam novamente com as comparações. A campanha do candidato reeleito voltou contra atacar com denuncias passadas, e ainda, passou a comparar em números, seus quatro anos de mandato contra os oitos do governo anterior. Observava-se ainda, a falta de naturalidade do candidato oposicionista em suas aparições, percebia-se em suas palavras, orientações partidárias, como ficou divulgada pela mídia, a maneira como se definiria para seu comportamento ao próximo debate, se bateria mais, com mais ou menos acusações, e em determinado momento parecia fazer propaganda de ex políticos e seus feitos em governos. Outro fator negativo foi tentar associar diretamente o Presidente a tudo de escalabroso e vexatório, nos acontecimentos surgidos, e que sabía-se que parte destes, eram alimentados por maquinas e políticos malignos, repugnados hoje pela sociedade. A falta de sensibilidade e menosprezo a inteligência de um povo, associadas às faltas com a verdade, ofensas moral (chamar o Presidente de mentiroso, perante aos brasileiros e ainda diante da imprensa estrangeira), humilhações, como disse anteriormente, os levou a uma derrota impiedosa. A campanha do candidato reeleito levou o povo a uma reflexão muito mais inteligente, enquanto o candidato da oposição não conseguia descer de seu pedestal, com seus discursos pouco produtivos e esclarecedores. O PSDB e o PFL são dois grandes partidos pertencentes ao povo, não como vem sendo tratado por duas cabeças, e por isso seus parlamentares não sofreram a radicalização relativa a determinados comportamentos expressivos, acontecidos na campanha Presidencial. Precisa-se fazer urgentemente alterações em diversos sentidos, que vise a volta destes em destaque no Cenário Político Nacional. Hoje os caminhos políticos são discutidos e escolhidos por uma Sociedade, a oposição faz parte desta, e sua participação é importante para o povo, pois foram eles que os colocaram lá, e hoje mais atento às votações no Congresso, é muito importante saberem que, apesar de ainda existir um baixo nível na escolaridade, foram a eles ensinados o direito de QUESTIONAR. Finalizando, o que sobrou ficou para uma analise aos surpreendidos, e para aqueles que se julgaram mais inteligentes e pertencentes ao clã da Elite ACADEMICA, pergunto: Valeu a pena!

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