A CONFIABILIDADE NAS URNAS E NO SISTEMA ELEITORAL
Em princípio creio que sim, apesar de que qualquer um sabe que não existe sistema perfeito e totalmente seguro quando se trata de tentativas de quebra de segurança, mas é fato que apesar de toda essa justificativa ligando a Abin através do fato de controlar o Cepesc, pelo seu suposto envolvimento em supostos grampos telefônicos que mais parecem manobra criada por aqueles que estão traumatizados em verem seus chegados algemados e grampeados rodando a torto e direito como nunca se viu neste País. Mas vamos a nossas urnas eletrônicas. Nosso sistema de votação é tido como o mais avançado do mundo, permite que se conheçam os indicados pelo eleitor rapidamente pouco tempo logo depois de terminado o processo decisório, é na verdade até motivo de orgulho para a democracia brasileira, e de certa forma seu funcionamento deve ser, em primeira, e ultima instância, extremamente correto e facilmente fiscalizável, e creio que o é de fato, a fim de que a total transparência do processo eleitoral brasileiro possa estar ao alcance do eleitor e de toda a sociedade. Qualquer tentativa de fraude ou mesmo fraude consumada no processo eleitoral a meu ver deve ser punida com extremo rigor e pena dura e longa para os envolvidos sem axé. Estou escrevendo sobre este assunto e devo aqui deixar claro que é bom manter a vigilância sempre viva da sociedade em cima daqueles que são responsáveis pelo processo eleitoral, e nomeados para servir à sua sociedade, e pagos por ela, mas também devo dizer que não vejo o porquê de se tentar vincular escuta telefônica de bacana com urna eletrônica, até porque não tem nada a ver uma coisa com a outra e mais me parece uma tentativa de se desmoralizar o processo eleitoral antes mesmo deste ocorrer, e com tal fato não posso compactuar. Se não me engano o TSE abre os códigos dos softwares que controlam o sistema para aqueles encarregados de fiscalizar o processo em data prevista e antes de as eleições ocorrerem, o que permite a verificação da lisura do processo, portanto, sou da opinião que sistemas podem ser burlados, mas também acho jogar a Abin, escuta telefônica de corrupto e processo eleitoral tudo no mesmo saco é coisa de isqueirador, e não deve receber nenhuma consideração por parte da sociedade, já que podem estar tentando usá-la como massa de manobra para interesses escusos.
Devemos confiar nos códigos e nos programas que controlam o sistema de funcionamento de nossas urnas eletrônicas?

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