O que aconteceu com uma comunidade brasileira no Suriname exige pesadas retaliações, primeiramente diplomáticas, de parte do Brasil contra o Suriname. Um brasileiro ter matado um surinamês gera tão somente o dever de o mesmo ter um tratamento e julgamento justos, e ser condenado de acordo com o crime, consideradas agravantes e atenuantes, pondendo até haver absolvição.
Resumo:
O que aconteceu com uma comunidade brasileira no Suriname exige pesadas retaliações, primeiramente diplomáticas, de parte do Brasil contra o Suriname. Um brasileiro ter matado um surinamês gera tão somente o dever de o mesmo ter um julgamento justo, e ser condenado de acordo com o crime, consideradas agravantes e atenuantes, pondendo até haver absolvição.
No Brasil, e de resto em toda parte, os bons vivem conforme uma dignidade pessoal, enquanto os maus aquadrilham-se, conluiam, conspiram, atraiçoam, e acumpliciam-se. Aos maus, vilania e perfídia são de suas naturezas, e tendem ao natural para a canalhocracia, crime organizado, máfia...
Resumo:
No Brasil, e de resto em toda parte, os bons vivem conforme uma dignidade pessoal, enquanto os maus aquadrilham-se, conluiam, conspiram, atraiçoam, e acumpliciam-se. Aos maus vilania e perfídia são de suas naturezas, e tendem ao natural para a canalhocracia, crime organizado, máfia...
Dados recentes UN-HABITAT estimam que 52,3 milhões pessoas, o equivalente a 27,5% da população brasileira, vivem em favelas. Número espantoso que, favorecido por políticas públicas frustradas, contribui para o alarmante déficit habitacional brasileiro de 90%. Mas a subcondição de moradia não é o único problema social agregado à esses indesejados aglomerados populacionais.
O Serviço de Atendimento às Vítimas de Violência Sexual (Savvis) da Prefeitura de Manaus, que funciona na Maternidade Moura Tapajós, registrou, de janeiro a dezembro de 2008, 294 casos. Desses, 256 contra crianças ou adolescentes. Isso mesmo. PASMEM! Mais de 87% (oitenta e sete por cento) dos atendimentos eram casos de violência contra crianças ou adolescentes.
O presente artigo é basicamente um comentário ao artigo “Indústria da Psicopatia”, publicado em 23/04/09.
Resumo:
O presente artigo é basicamente um comentário ao artigo “Indústria da Psicopatia”, publicado em 23/04/09. Para o perfeito entendimento deve-se primeiro ler o artigo referido, que se acessa pelo link: http://www.jornaldedebates.ig.com.br/debate/quais-os-verdadeiros-valores... Refere-se o artigo de origem a programas televisivos que, sem qualquer censura ou limitação de horário, divulgam mensagens que são socialmente danosas.
Enviado por professorgilsonmonteiro (não verificado(a)) em 5. Maio 2009 - 22:45
No último final de semana uma criança de apenas 3 (três) anos foi violentada sexualmente pelo padrasto na Zona Norte Manaus. Esse é o tipo de notícia que não pode apenas ser noticiada. É preciso se divulgar com todo o aprofundamento que o caso merece. Não se pode apenas condenar o tal padrasto.
Resumo:
Como acabar com a violência infantil?
No último final de semana uma criança de apenas 3 (três) anos foi violentada sexualmente pelo padrasto na Zona Norte Manaus. Esse é o tipo de notícia que não pode apenas ser noticiada. É preciso se divulgar com todo o aprofundamento que o caso merece.
Nunca em tempo algum, usou-se meios de divulgação para a produção de psicopatia em escala massiva entre a população como nos dias atuais.
Resumo:
A chamada do post para a leitura do texto de um artigo, fez-se de muitas formas. Alguns buscam apresentar um clichê com força apelativa. Outros anunciam um resumo do que será tratado. Outros colocam todo o conteúdo na chamada. Não vou fazer nada disso. Se você quiser saber o que é abordado no artigo, leia-o.
No momento em que o governo do Rio de Janeiro começa a construir muros em favelas, consagrando o espaço urbano como expressão física da divisão de classes, relembrar a chacina que aconteceu nas ruas de Nova Iguaçu e Queimados pode ser um importante exercício de reflexão.
Não! Nem sempre lei é lei! A Lei, dentro do que seja o Estado cumprindo o seu Contrato Social e atendendo ao estado de direito, aos direitos humanos, à legalidade, à legitimidade, nunca poderá ser instrumento para arbitrariedades, abusos, ilegalidades, vilanias, perversidades, e bandidagens, injustiça, canalhocracia e gangsterismo, barbárie e crime organizado...
Resumo:
Não! Nem sempre lei é lei! A Lei, dentro do que seja o Estado cumprindo o seu Contrato Social e atendendo ao estado de direito, aos direitos humanos, à legalidade, à legitimidade, nunca poderá ser instrumento para arbitrariedades, abusos, ilegalidades, vilanias, perversidades, e bandidagens, injustiça, canalhocracia e gangsterismo, barbárie e crime organizado...
A torpe e inconstitucional Lei Maria da Penha não foi feita para promover justiça, e menos para promover apoio a mulheres vítimas.
Resumo:
A torpe e inconstitucional Lei Maria da Penha não foi feita para promover justiça, e menos para promover apoio a mulheres vítimas. Essa medonha lei existe para perversidades contra “masculinos”, e para atender interesses da indústria da violência doméstica, indústria do divórcio, interesses classistas, interesses de ONGs, de setores dentro do Sistema de Justiça, maquinações politiqueiras, discriminações feministas e homossexuais, e outros.