Existem coisas na vida que não tem preço. Para todas as outras, temos o dinheiro. Seu efeito simbólico inebriante atua como uma força motriz da humanidade, onde, invariavelmente, preenche a alma dos indivíduos.
Resumo:
Será que a vida tem preço? Muitos insistem em dar, e outros muitos insistem e aceitar.
Na antiguidade romana, os romanos celebravam o carnaval da seguinte forma: durante o ano todo eles procuravam viver de acordo com a justiça platônica (cada coisa no seu lugar), e durante quatro dias no ano eles invertiam as coisas pra ver, em tom de brincadeira, como ficaria a sociedade com as coisas fora de ordem, pra pessoas ter um contraste de consciência e comparar um estado de caos, pequen
Civilizações antigas, como a Inca, a Maia, a Asteca, a própria civilização egípcia, romana, grega, dentre outras, no seu período clássico, vivia o auge dos valores, não tinham a mesma tecnologia da sociedade atual, mas tinha o mais importe: o valor como prioridade.
Para escrevermos nossa história, é necessário sabermos as lições de vida que o passado nos proporcionou e evoluirmos desdobrando essas lições. Há que avaliarmos os erros do nosso passado para não repetimos no futuro. E não só analisarmos os nossos erros, como os erros das pessoas em nossa volta e da história, já que tudo está interligado.