Percebendo o iminente fracasso da conspiração midiática que a Carta Capital encabeçou para forçar a extradição de Cesare Battisti, a serviço (há quem insinue que seja a soldo...) dos interesses italianos, Mino arrancou a máscara, desandando a paparicar Gilmar Mendes.
Erram aqueles que, solidários ao MST e críticos da atuação de Mendes, não estão conferindo a devida importância ao julgamento do Caso Cesare Battisti no STF.
Será o maior confronto dos últimos anos entre esquerda e direita no Brasil. O campo que prevalecer, sairá indiscutivelmente fortalecido, com reflexos inevitáveis na campanha presidencial de 2010.
Gilmar Mendes acabade engrossar a grita direitista contra uma alegada omissão do Governo Lula face a excessos do Movimento dos Sem-Terra: ""Há uma lei que proíbe o governo de subsidiar esse tipo de movimento. [Repassar] dinheiro público para quem comete ilícito é também uma ilicitude, e aí a responsabilidade é de quem subsidia", afirmou.
Sobre mim não paira sequer uma pequena dúvida! É evidente que Dantas se livrará da prisão, como também dela deverão se livrar os seus braços direito e esquerdo, Humberto Braz e Hugo Chicaroni. Aliás, Daniel já está livre por antecipação.
Resumo:
Daniel já está livre por antecipação. Nada mais justo, porque afinal de contas trata-se apenas de um pobre banqueiro comprador de consciências, e certamente de sentenças a si favoráveis. Se fosse ele um famigerado ladrão que furtara de um supermercado um litro de leite para matar a fome do filhinho, então já estaria encarcerado, com “sine die” para ser libertado e sem direito a “sursis”.
Enviado por Jornal de Debates (não verificado(a)) em 2. dezembro 2008 - 14:08
A Justiça de São Paulo condenou nesta terça-feira, 02/12, Daniel Dantas, dono do banco Opportunity, a dez anos de prisão por corrupção ativa e a multa de R$ 12 milhões. No entanto, o juiz Fausto de Sanctis não decretou, em sua sentença, a prisão imediata de Dantas, possibilitando ao banqueiro recorrer da decisão em liberdade.
Resumo:
Daniel Dantas foi condenado a dez anos de prisão por corrupção ativa e a multa de R$ 12 milhões. O juiz Fausto de Sanctis, no entanto, não decretou a prisão imediata de Dantas, possibilitando ao banqueiro recorrer da decisão, em primeira instância, em liberdade.
Numa iniciativa flagrantemente motivada por choques de interesses escusos, o diretor da Abin e uma ala minoritária da Polícia Federal articularam uma operação abusiva e arbitrária contra outro vilão, um banqueiro crapuloso.
É preocupante o tom dos comentários enviados por leitores/eleitores, nos últimos dias, sobre o imbroglio armado em torno do caso Daniel Dantas, envolvendo STF, Polícia Federal, Abin, Ministério da Justiça e Gabinete de Segurança Institucional.
Enviado por Jornal de Debates (não verificado(a)) em 11. novembro 2008 - 14:21
O ministro da Justiça Tarso Genro declarou nessa terça-feira, 11/11, que o vazamento de informações da Operação Satiagraha, que espetacularizou as prisões do sócio do banco Opportunity Daniel Dantas e do ex-prefeito de São Paulo, Celso Pitta, prejudicaram o inquérito.
Resumo:
Quando Daniel Dantas foi preso, poucas horas após ter sido solto por determinação do STF houve toda uma polêmica em torno da sua prisão. Enquanto isso, ficaram soltos o empresário Naji Nahas e o ex-prefeito Celso Pitta, que ainda não voltaram a ser presos.
Mendes criticou a "imagem com algema" durante as prisões. Tarso também condenou o uso de algemas como "espetáculo". "Não podemos expor qualquer pessoa, seja quem for, de qualquer nível social", disse.