O rancor da mídia corporativa tem que ser contemplado como pano de fundo de uma grande derrota. Suas ameaças só não são trágicas porque, ao arreganhar os dentes, a grande imprensa introduz notas burlescas no discurso que se pretendia ameaçador.
As teorias de manipulação de massa (enquanto turba indistinta e alienada) pelos veículos de comunicação, há muito já foram refutadas por teóricos da atualidade. Tal dominação não ocorreria, entre outros fatores, graças ao papel desempenhado pelas mídias independentes, aliadas à influência dos chamados líderes locais.
Resumo:
O recente escândalo que envolveu o presidente do senado, José Sarney, o hipotético encontro da ministra Dilma Rousseff com a ex-secretária da Receita Federal, Lina Vieira, e a discussão em torno das novas regras do pré-sal são interessantes, do ponto de vista analítico, para examinar os mecanismos de persuasão utilizados, eventualmente, por determinadas empresas jornalísticas.
NOVOS JORNALISTAS NATOS
JORNALISTA(Aurélio-2001) – Pessoa que dirige ou redige um jornal ou que dele é colaboradora periodista.
Por ter opinião e procurar expô-la, coloquei; e cada vez mais ganho espaço na mídia, meus textos em vários jornais no curso da minha existência, a partir do momento no qual descobri existir em mim, um ser pensador.
Resumo:
A seleção natural da espécie, por certo acontecerá e as empresas de comunicações saberão identificar e selecionar aqueles que irão valorizá-la no contexto dos acontecimentos.
Em recente viagem a Genebra, o presidente Lula foi ovacionado ao discursar no Conselho de Direitos Humanos da ONU. Depois, foi aplaudido seis vezes ao criticar o Consenso de Washington e o neoliberalismo na plenária da OIT. O silêncio da grande imprensa foi gritante.
Enviado por edson.paes (não verificado(a)) em 6. junho 2009 - 22:51
O que mais me impreciona é a maneira inocente que a maioria das midias deste País enfoca determinados assuntos como se fosse uma aberração. Quando trata politicos comprovadamente corruptos como se os mesmos fossem anjos. Quando afrontam a opinião publica com afirmações infantis e tendenciosas. Quando escondem informações para beneficiar seus anunciantes.
A "ditabranda" teve duas constituições e não respeitou nenhuma delas. Suas "ditabrandas" formas de convencimento incluíam torturas de vários tipos: espancamentos, telefones (tapas simultâneos nos dois ouvidos), corredor polonês, pau-de-arara, choque elétrico, afogamentos, entre tantas outras "técnicas".
Gilson Caroni Filho
Resumo:
O editorial da Folha responde à pergunta proposta pelo debate.
Vivemos, Gilson, em mundos distintos. Sou leitor, platéia tanto da mídia quanto das atitudes e atos governistas. Críticos há, e que Deus seja louvado em sempre os permitindo entre nós.
Resumo:
É essa, afinal, a tarefa da mídia. Mostrar ao cidadão o que ele não vê, o que é visível não precisa ser falado, e só assim, arguido o próprio leitor a respeito de suas próprias convicções (é a opinião do leitor o que se reflete nas estatísticas de aprovação ou desaprovação de seus governantes), a mídia lhe traz à sua própria reflexão.
Nada mais correto, mais justo e mais imparcial que isso, que me perdoe discordar do senhor.
Não consigo enxergar a feíura da imprensa na foto que o senhor citou, mas posso lhe dizer, que, como leitor, e crítico, enxergo a mídia como sim parcial... sempre a favor do povo, independente do que ocorre no "reino dos poderosos". Não fosse a imprensa, amigo, seríamos ainda uma sociedade pouco menos evoluída que a feudal.
Diante do noticiário catastrófico das últimas semanas, o que indica a mais recente pesquisa CNT/Sensus, dando conta de novos recordes na aprovação pessoal do presidente Lula e na avaliação positiva de seu governo?
O ser vivo busca limites.
O ser humano, retraído, preso, ou impedido de fazer algo, fica violento.
A educação é a única maneira de impedir que um homem queime outro por prazer.
Não temos uma educação adequada e sabemos que em lugares onde a educação é boa não há violência.
Resumo:
Não temos uma educação adequada e sabemos que em lugares onde a educação é boa não há violência.
Que lê jornal dá pessoalmente, a quem não lê, a notícia da maneira como a compreendeu.
A Lei, no Brasil, deve ser revista, e também no planeta, para sermos honestos, mas atenhamo-nos ao tema do debate.
Resumo:
Defendo a revisão da Lei de Imprensa no Brasil, por bom senso.