O adjetivo “dissidente” é empregado para designar aquele que discorda, que tem uma opinião divergente. O vocábulo “dissidente” deriva da palavra latina “dissideo”, que significa “1. Estar separado; estar afastado, 2. Pertencer a um partido oposto; estar em oposição; ser dissidente; divergir de opinião; não se entender; estar desunido; 3.
Ontem (27/01/2010) o Jornal Nacional protestou contra a utilização de dois pesos e duas medidas na política externa brasileira. Segundo os pupilos do Kamel, o Brasil apoiou o golpista Zelaia e se recusa a atacar o autoritário Hugo Chavez.
“Nada menos do que 65% dos oito milhões de habitantes do Haiti vivem na miséria. A renda per capita do país é de US$ 361 (R$ 1.100). Ou seja: menos de um dólar por dia. Metade da população não tem acesso a água potável. E 72% não têm serviço de esgoto. Só 10% têm acesso a eletricidade — e atualmente só há energia elétrica oito horas por dia na capital.”
A democracia não suprime a divergência, nem pode ficar paralisada em razão da mesma. Numa verdadeira democracia a vontade da maioria predomina e a minoria se resigna a exercitar seu direito de crítica. É assim que funciona nos o outros países, é assim que deve funcionar no Brasil. Mas a imprensa parece ignorar ou não gostar disto.
Resumo:
Está cada vez mais difícil defender a isenção da mídia tupiniquim.
"Mas vocês, quando chegar o tempo / em que o homem seja amigo do homem, / pensem em nós / com um pouco de compreensão." (Brecht, "Aos que virão depois de nós")
Ao contrário da conferência sobre o clima do planeta, que deveria ser de interesse vital de todo e qualquer ser humano e cuja discussão tem sido apenas por parte de “especialistas” e em torno de acordos incompletos “a serem ratificados” (ou não) pelos países participantes (lembremos da Agenda 21, esquecida, de Kioto, perdido em discussões, e outras tantas convenções e protocolos), quanto dinheiro
Resumo:
Ao contrário da conferência sobre o clima do planeta, em Copenhague... a 1ª CONFECOM deveria ser menos cínica... Mantendo a censura na pauta, discutirá tudo...
Eu sou um cara lerdo. Demoro em ruminações antes de tratar de assuntos delicados. E quando me decido a fazer algo procuro ser muito meticuloso e um tanto pedante.
Hoje me ocorreu escrever escassas linhas sobre o incidente provocado por um tal Benjamim da Folha. Benjamim este que certamente está a anos luz do outro Benjamim (o Walter, aquele sim um grande escritor).
Resumo:
Quando motiva a acusação, o cu deve ser objeto de prova.
Quando a Erundina era Prefeita de São Paulo a midia creditava as inundações a Prefeitura. Naquela época, se bem me lembro, a Prefeita passou a ser chamada de INUNDINA por alguns jornalistas.
Resumo:
Nós governamos para os "outros" não para os favelados disseram silenciosamente Kassab e José Serra.