"São esses três movimentos: adaptação literária (...), produção independente (...) e a produção de álbuns nacionais. O que a gente pode fazer é torcer pra que esses movimentos se consolidem, a partir de agora, no Brasil", diz o jornalista e blogueiro Paulo Ramos.
"Vai chegar uma hora em que todo esse quadrinho de massa, 'mainstream', vai ficar uma coisa tão chata, tão igual ao que se leu na semana passada, que as pessoas vão querer o novo", diz o comerciante e co-criador do Troféu HQ Mix, Gualberto Costa.