A GERAÇÃO “LATRINHA DE CELVEJA”.
Dr. Wagner Paulon
2010
Pesquisas comprovam que a quase totalidade dos jovens ingere grandes quantidades de bebidas alcoólicas principalmente cerveja, algo superior a 70% entre os 15 e 17 anos. O impressionante é que muitos jovens querem, por conta própria, ficar bêbados. Alcoolizarem-se passou a ser moda entre os jovens não diferindo de classe social.
Resumo:
Pesquisas comprovam que a quase totalidade dos jovens ingere grandes quantidades de bebidas alcoólicas principalmente cerveja, algo superior a 70% entre os 15 e 17 anos.
No Brasil, e de resto em toda parte, os bons vivem conforme uma dignidade pessoal, enquanto os maus aquadrilham-se, conluiam, conspiram, atraiçoam, e acumpliciam-se. Aos maus, vilania e perfídia são de suas naturezas, e tendem ao natural para a canalhocracia, crime organizado, máfia...
Resumo:
No Brasil, e de resto em toda parte, os bons vivem conforme uma dignidade pessoal, enquanto os maus aquadrilham-se, conluiam, conspiram, atraiçoam, e acumpliciam-se. Aos maus vilania e perfídia são de suas naturezas, e tendem ao natural para a canalhocracia, crime organizado, máfia...
A sociedade humana tem uma incrível capacidade de perpetuar valores, de transcender conceitos ao longo de gerações, mesmo que equivocados e danosos. Com toda sutileza, a família, a mais antiga e respeitada entidade moral nas relações humanas, se torna a vilã sociológica nos tempos atuais.
Não! Nem sempre lei é lei! A Lei, dentro do que seja o Estado cumprindo o seu Contrato Social e atendendo ao estado de direito, aos direitos humanos, à legalidade, à legitimidade, nunca poderá ser instrumento para arbitrariedades, abusos, ilegalidades, vilanias, perversidades, e bandidagens, injustiça, canalhocracia e gangsterismo, barbárie e crime organizado...
Resumo:
Não! Nem sempre lei é lei! A Lei, dentro do que seja o Estado cumprindo o seu Contrato Social e atendendo ao estado de direito, aos direitos humanos, à legalidade, à legitimidade, nunca poderá ser instrumento para arbitrariedades, abusos, ilegalidades, vilanias, perversidades, e bandidagens, injustiça, canalhocracia e gangsterismo, barbárie e crime organizado...
A torpe e inconstitucional Lei Maria da Penha não foi feita para promover justiça, e menos para promover apoio a mulheres vítimas.
Resumo:
A torpe e inconstitucional Lei Maria da Penha não foi feita para promover justiça, e menos para promover apoio a mulheres vítimas. Essa medonha lei existe para perversidades contra “masculinos”, e para atender interesses da indústria da violência doméstica, indústria do divórcio, interesses classistas, interesses de ONGs, de setores dentro do Sistema de Justiça, maquinações politiqueiras, discriminações feministas e homossexuais, e outros.
Se o Estado brasileiro pode fazer algo como a torpe e inconstitucional Lei Maria da Penha, para favorecimento de mulheres, e uma mulher fizer uma acusação inverídica ou distorcida contra um homem, para a vítima só restará a opção de...
Resumo:
Se o Estado brasileiro pode fazer algo como a torpe e inconstitucional Lei Maria da Penha, para favorecimento de mulheres, e uma mulher fizer uma acusação inverídica ou distorcida contra um homem, para a vítima só restará a opção de...
Hoje é um dia comum no Brasil, e por capricho da natureza, é verão! Um novo momento parece surgir na vida de cada pessoa. Aqui e em algumas nações do planeta Terra, começaram as campanhas publicitárias natalinas, cujo objetivo, é a venda de produtos disfarçados nas barbas de um Papai Noel, com ou sem trenó.
Resumo:
Nos próximos dias, a mídia mostrará vários “Papais Noés” vendendo os “peixes” das grandes e pequenas agências publicitárias...
Bem, o Natal se aproxima e muita gente corre às lojas e shoppings com a finalidade de comprar roupas, sapatos, móveis e outras utilidades desnecessárias somente para satisfazer o ego.
Uma questão muito simples de se resolver, que, está sendo transformada em um dilema social. A partir do momento em que o indivíduo se capacita a concretizar um fato, êle, deve ser responsabilizado pelo seu ato.
"... a Lei Maria da Penha apresenta um avanço em relação ao Direito Civil legislado e em consonância com a atual discussão doutrinária e jurisprudencial. Isso porque o seu art. 5º contém uma carga ideológica inovadora, por permitir uma interpretação de reconhecimento da entidade familiar entre pessoas do mesmo sexo..."