O Serviço de Atendimento às Vítimas de Violência Sexual (Savvis) da Prefeitura de Manaus, que funciona na Maternidade Moura Tapajós, registrou, de janeiro a dezembro de 2008, 294 casos. Desses, 256 contra crianças ou adolescentes. Isso mesmo. PASMEM! Mais de 87% (oitenta e sete por cento) dos atendimentos eram casos de violência contra crianças ou adolescentes.
"Caro Miguel, são estas pessoas que o senhor apoia? impondo as crianças ao martírio, isto é, fazendo-as que coloquem explosivos em seus corpos e se explodam com o intuito de matarem quanto judeus puderem? Fazendo-as acreditarem que por estes atos elas irão para o paraíso? Estas crianças são doutrinadas dentro de suas próprias casas por seus pais, nas escolas por seus professores, e nas TVs por seus líderes, alimentando-as a odiarem os judeus, cristãos e todo ocidente. Israel não precisaria jogar nenhuma bomba sobre eles, visto que eles mesmos se matam e doutrinam a outros a fazerem o mesmo. Você fala de genocídio, mas quanto aos muçulmanos que mataram milhares durante a sua empreitada expansionista pela Europa, África ( o que acontece até hoje ), e no Oriente Médio? Acesse estes sites e veja com os seus próprios olhos as atrocidades que eles fazem contra eles mesmos e contra as crianças.
Veja no youtube, há vários videos lá!
veja nestes sites também: www.chamada.com.br http://www.namiradohamas.blogspot.com/ http://midiaarabe.blogspot.com/2008/05/crianas-so-incentivadas-praticar.... http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/02/080207_alqaeda... http://www.abin.gov.br/modules/articles/article.php?id=1943 http://www.correiodobrasil.com.br/noticia.asp?c=133632
"Certa vez a verdade e a mentira foram passear juntas. Passaram perto de um belo lago, e o dia estava quente. A mentira falou à verdade: ‘Venha, vamos nadar juntas, está um dia tão bonito.’ A verdade respondeu: ‘Sim, vamos nadar.’ Ambas se despiram, e a verdade pulou na água antes da mentira; a mentira ficou fora da água, pegou as roupas da verdade e sumiu. Desde então, a mentira anda por aí com as roupas da verdade, mas a verdade é considerada mentira.” (Norbert Lieth).
A agressão física cedeu espaço ao trabalho de convencimento verbal do educador em relação aos seus alunos. Chegou o momento de compreender que é preciso dar tratamento de choque à nossa educação, não apenas para resolver a violência em sala de aula entre alunos e professores a que fiz referência, mas, de um modo geral, resolver o problema do analfabetismo no país e melhorar as condições de ensino, do ponto de vista qualitativo e quantitativo, para professores e alunos.
Uma questão muito simples de se resolver, que, está sendo transformada em um dilema social. A partir do momento em que o indivíduo se capacita a concretizar um fato, êle, deve ser responsabilizado pelo seu ato.
Do ponto de vista pedagógico, o sistema eleva a auto-estima do aluno que não passará mais pelo trauma anual da repetência. Por outro lado, muitas crianças chegam a 8ª série sem saber ler e escrever adequadamente, aumentando assim a exclusão social.
Ricardo Kotscho conta como foi o IV Congresso Brasileiro de Publicidade, em São Paulo, encontro que não acontecia há 30 anos. Em pauta estavam as mais de 200 propostas no Congresso Nacional e outras em estudo na Anvisa para restringir a propaganda de bebidas, remédios, alimentos, refrigerantes, automóveis, produtos para crianças, entre outros setores.
Os debates da sociedade em geral em torno da ética na televisão por muito tempo ficaram concentrados nos programas jornalísticos. Há alguns anos, porém, a preocupação se ampliou para a programação de entretenimento – principalmente novelas e programas de auditório.
Vocês já perceberam como as crianças de hoje pressionam os pais para comprar esse ou aquele produto ou marca de sua preferência? Que suas teimosias, birras, explosões de ira, são cada vez mais freqüentes, querendo nos impor suas vontades a qualquer preço?
Hoje, o que se vê na mídia não é propaganda voltada para produtos infantis, são maneiras usadas pelas empresas para incutir no consciente das crianças o desejo de consumir produtos, de tomar atitudes e de ser iguais aos adultos.
Enviado por Jornal de Debates (não verificado(a)) em 11. julho 2008 - 13:52
A Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados aprovou ontem, 10/07, o projeto de lei nº 5921/01, do deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), que proíbe qualquer forma de propaganda voltada para crianças de até 12 anos e impõe severas restrições à publicidade dirigida ao público adolescente.