A Segunda-Feira Negra comprova que estamos mesmo no olho do furacão. Então, é mais do que tempo de descartarmos as interpretações simplistas da crise, dadas pelos que estão acumpliciados com o verdadeiro vilão: o capitalismo.
Resumo:
A Segunda-Feira Negra comprova que estamos mesmo no olho do furacão. Então, é mais do que tempo de descartarmos as interpretações simplistas da crise, dadas pelos que estão acumpliciados com o verdadeiro vilão: o capitalismo.
Os Bancos Centrais executam movimentos desesperados, tentando evitar que o colapso de grandes companhias arraste toda a economia para o buraco de 1929.
Os investidores se refugiam em ativos menos inseguros.
O crédito escasseia e encarece.
Investimentos produtivos são adiados sine die.
Resumo:
Os expertos sentenciam que os Bancos Centrais das nações desenvolvidas foram coniventes com operações mirabolantes, ultrapassando de tal maneira os ativos reais nos quais deveriam estar respaldadas que o desabamento do castelo de cartas era pura questão de tempo. Mas, será que tudo se reduz mesmo a um mero desleixo das autoridades que deveriam evitar a transformação do mercado financeiro em cassino?