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cidadania

Cuidado com a mordaça !

Enviado por luiz.luna (não verificado(a)) em 10. setembro 2009 - 20:33
Resposta ao debate: 
A Educação e o Futuro da Nação
Resposta ao artigo (opcional): 
A educação brasileira

Cuidado com a mordaça !
Luiz Domingos de Luna*

Resumo: 

Diálogo Educação & Arte
Luiz Domingos de Luna*
Educar é provocar mudanças, porém se não existir alteração no universo de visão interior, de conhecimentos, de atitudes, de posturas, de leitura social, com certeza não haverá educação de qualidade ao repasse dos educandários públicos e particulares.

Alterar esta variante na objetiva do aprisionamento do conhecimento deve ser função da escola. Assim se pode afirmar que “a avaliação do aluno é a aferição do nível de conhecimentos oferecido pela própria casa de ensino; pois, uns estão vitoriosos, outros nem tanto e vários simplesmente estão mal”. - Os que estão mal recebem algum estimulo para mudar? Ou recebem apenas cobranças, cobranças e mais cobranças... Por que tantas cobranças? - Acredito que a escola cumpre bem o seu papel na função de educadora, pois ela só cobra o que ela mesma oferece, não dá para mudar a escola, dá para mudar o aluno, Tem que mudar a postura do aluno, do contrário, reprovação nele. - Isto está certo? - Claro, a escola ensina o aluno aprende, se não aprender tem repetência no final do ano e dá certo, isto é uma certidão. -Terminada esta certidão o aluno vai atuar onde? - Vai atuar na sociedade, - Na sociedade? - Com certeza, o aluno passa a ser um produto da sociedade.

Se o aluno atuar bem, tiver uma função de relevância social, uma boa posição no mercado de trabalho, sempre terá uma escola para assumir a paternidade, os louros, os brios, a vitória, as raízes educacionais, às vezes tem até uma disputa “Família e Escola” para avaliar quem foi o responsável pela honra, pelo mérito.

É só alegria, alegria pura. – E se der errado quem foi o culpado? - O Aluno, o aluno fez sua própria desgraça. - Mas a escola ofereceu a este aluno a possibilidade de mudança? - Com certeza, a escola fez o de sempre, deu oportunidade para absorver o conhecimento, aprender a fazer leitura educacional e social, orientação sobre: as mais variadas ciências, pinturas, músicas, artes cênicas, esportes. Enfim, fez tudo: dialogou inúmeras vezes, exaustivamente com este aluno, com a família, com a comunidade...

Dedicou-lhe todo o tempo possível para que a mudança acontecesse. – Mas... - Mas o quê? - Mas infelizmente não aconteceu. - Como não aconteceu? Aconteceu “com a mesma tenacidade, a mesma garra, a mesma determinação o que mudou foi apenas o sentido da seta”. - Que seta? - (a seta do dar certo, ou dar errado?) -Entendi, o problema não está em fazer a educação, mas em como fazer a Educação para atender as necessidades da sociedade. – Exatamente
______________________________

(*)Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio monsenhor Vicente bezerra / Aurora - Ceará

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A lei de um país não pode desrespeitar uma lei internacional.

Enviado por Marcos A Rondineli (não verificado(a)) em 12. fevereiro 2009 - 18:38
Resposta ao debate: 
A lei contra homofobia deve ser aprovada?
Resposta ao artigo (opcional): 
Quando a sociedade é preconceituosa, só a lei ajuda

Sylvia Maria, concordo integralmente com sua exposição.
Desconhecia esses números, embora me seja patente a estatística na prática de minha vida cotidiana.
Colo aqui parte da "Declaração Universal de Direitos Humanos", da Organização das Nações Unidas, da qual o nosso país faz parte, como co-signatário do documento.
"Artigo II.

Resumo: 

É crime o preconceito tanto quanto constranger o indivíduo por humilhação de qualquer grupo que tenha escolhido pertencer, livremente, para gozar seus direitos a sua liberdade.

Mordaça ficaria, no meu entender, muito melhor aplicada aos políticos que pregam fazer uma lei com o despropósito de desrespeitar a lei.

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Racismo me aborrece

Enviado por Marcos A Rondineli (não verificado(a)) em 10. fevereiro 2009 - 21:57
Resposta ao debate: 
Quando o racismo terá fim?

Aborrecido, me deprimo. Deprimido, escrevo.
Que me perdoem os hipócritas de plantão.
Quando alguém diz que somos iguais, nos entendemos humanos.
Quando nos falam em direitos, nos chamamos iguais.
Quando falamos em deveres, pensamos no outro ou pensamos em nós?

Resumo: 

Alguém duvida do poder da palavra? Porque investem tanto em comunicação?
Porque não ensinam que Deus é luz, que luz faz matéria inteligente e pensante e pronto acabou?
Porque não sabem, ou porque são teimosos demais com essa história de explosões?

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Seu artigo é polêmico, Miguel

Enviado por Marcos A Rondineli (não verificado(a)) em 6. fevereiro 2009 - 1:22
Resposta ao debate: 
Dia da Consciência Negra: o que falta para superar o preconceito?
Resposta ao artigo (opcional): 
Calar é consentir!

"Silenciar é permitir!"
Não posso me calar, a conselho teu. E nem vou escrever tanto quanto você. A simples menção e repetição de palavras más inicia o processo de malfazejo no ser humano.
Não tenho Papas na língua. Sabe que originalmente essa palavra se grafava em maíúscula? Como até Sócrates também se escrevia deus assim?

Resumo: 

"Silenciar é permitir!"
Não posso me calar, a conselho teu. E nem vou escrever tanto quanto você. A simples menção e repetição de palavras más inicia o processo de malfazejo no ser humano.
Não tenho Papas na língua. Sabe que originalmente essa palavra se grafava em maíúscula? Como até Sócrates também se escrevia deus assim?
"O racismo precisa ser denunciado e confrontado. Silenciar sobre isso é igual a consentir e estimular essa perversidade desumana. Não se pode também aceitar que manifestações de racismo sejam ocultadas com desinformações, imposturas e subterfúgios, dissimulações enganosas."
O senhor tem toda a razão no que diz. Por isso repito aqui o mais importante do que disse.
Não somos bandos divididos em cores. Somos seres humanos. E seres humanos calados dizem muito a quem sabe ouvir.

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Calar é consentir!

Enviado por Miguel DÁvila (não verificado(a)) em 5. fevereiro 2009 - 18:17
Resposta ao debate: 
Dia da Consciência Negra: o que falta para superar o preconceito?

Silenciar é permitir! O racismo precisa ser denunciado e confrontado. Silenciar sobre isso é igual a consentir e estimular essa perversidade desumana. Não se pode também aceitar que manifestações de racismo sejam ocultadas com desinformações, imposturas e subterfúgios, dissimulações enganosas.

Resumo: 

Silenciar é permitir! O racismo precisa ser denunciado e confrontado. Silenciar sobre isso é igual a consentir e estimular essa perversidade desumana. Não se pode também aceitar que manifestações de racismo sejam ocultadas com desinformações, imposturas e subterfúgios, dissimulações enganosas.

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Racismo é sempre racial!

Enviado por Miguel DÁvila (não verificado(a)) em 4. fevereiro 2009 - 12:01
Resposta ao debate: 
Dia da Consciência Negra: o que falta para superar o preconceito?

O racismo não deve ser confundido como uma simples discriminação econômica, mas sim como o produtor de um processo consolidado através do tempo de exclusão e inferiorização social e econômica. Realmente o aspecto econômico interage com a discriminação étnica tanto numa mão como noutra, e até na contramão.

Resumo: 

O racismo não deve ser confundido como uma simples discriminação econômica, mas sim como o produtor de um processo consolidado através do tempo de exclusão e inferiorização social e econômica. Realmente o aspecto econômico interage com a discriminação étnica tanto numa mão como noutra, e até na contramão. Então, tendemos a pensar assim, julgando que o preconceito limita-se à diferenciação econômica.

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A Educação e o Dia da Consciência Negra

Enviado por ricardo.barros (não verificado(a)) em 26. novembro 2008 - 13:51
Resposta ao debate: 
Dia da Consciência Negra: o que falta para superar o preconceito?

A Lei nº 10.639 de 10 de janeiro de 2003 instituiu o dia 20 de novembro como Dia Nacional da Consciência Negra. A mesma lei também tornou obrigatório o ensino da história africana e da cultura afro-brasileira no ensino básico em todas as escolas de ensino básico do país.

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"Jagunços de Coroné"

Enviado por Mauro Manza (não verificado(a)) em 15. novembro 2008 - 12:42
Resposta ao debate: 
Quando o racismo terá fim?

Nossa formação racial é tão deliciosamente caótica que é quase impossível traçarmos fronteira entre grupos étnicos no Brasil. Na verdade, o que identificamos como preconceito racial é um pacote que envolve diferenças sociais, econômicas e culturais. No fundo, o brasileiro adora bater em quem já está apanhando, ou em quem não possa reagir. Somos covardes!

Resumo: 

Nosso racismo não é um preconceito étnico, mas um profundo desprezo por quem nos pareça inferior na escala sócio-econômica e cultural. Adoramos a malhação do judas. Descontamos nos indefesos a raiva acumulada contra aqueles poderosos que realmente nos oprimem. Somos todos jagunços de "coroné"!

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Beleza impura

Enviado por pedro cesar batista (não verificado(a)) em 14. outubro 2008 - 18:29
Resposta ao debate: 
Quem é a classe média no Brasil?

Uma bela cidade, arborizada, florida e com muita gente bonita. Centro do poder político e localizada no Planalto Central, Brasília completará meio século em dois anos. Apesar do pouco tempo de existência traz comportamentos medievais detestáveis.

Resumo: 

Brasília é uma cidade bela. Sintetiza as contradições existentes no Brasil. Possuindo uma expressiva classe média, que tem um discurso humanista e uma prática ainda feudal, com práticas semelhantes ao senhores da casa grande. A beleza e as oportunidades de Brasília devem servir a todos, não apenas a sua elite.

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A lei contra homofobia deve ser aprovada?

Enviado por Jornal de Debates (não verificado(a)) em 20. julho 2008 - 22:30

O jornalista e escritor Guilherme Fiúza publicou em seu blog o texto "Moralismo gay", uma crítica a lei que torn

Resumo: 

O jornalista e escritor Guilherme Fiúza publicou em seu blog o texto "Moralismo gay", uma crítica a lei que torna crime a homofobia no Brasil. Para ele, a lei não passa de "moralismo combatido com moralismo".

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