Ao contrário da conferência sobre o clima do planeta, que deveria ser de interesse vital de todo e qualquer ser humano e cuja discussão tem sido apenas por parte de “especialistas” e em torno de acordos incompletos “a serem ratificados” (ou não) pelos países participantes (lembremos da Agenda 21, esquecida, de Kioto, perdido em discussões, e outras tantas convenções e protocolos), quanto dinheiro
Resumo:
Ao contrário da conferência sobre o clima do planeta, em Copenhague... a 1ª CONFECOM deveria ser menos cínica... Mantendo a censura na pauta, discutirá tudo...
Pete Townshend, o guitarrista e compositor das músicas do The Who, produziu em 1965 uma canção-manifesto, "My Generation", que trazia um verso fortíssimo: "Prefiro morrer antes de envelhecer".
Resumo:
O jornalista e escritor Carlos Heitor Cony, vítima da censura durante a ditadura militar, defendeu a decisão do juiz que, mesmo sendo ligado a José Sarney, não hesitou em proibir "O Estado de S. Paulo" de divulgar inquérito sobre falcatruas da Família Sarney.
Em março deste ano escrevi um artigo no JD, sobre a possivel interferência do governo e do Congresso na internet, visando criar projetos para coibir a "Livre expressão de pensamento da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença", (Art.
Enviado por Jornal de Debates (não verificado(a)) em 15. Maio 2009 - 9:30
Desde que foi aprovado pelo Senado, em 09/07/08, o projeto de lei relatado pelo senador Eduardo Azeredo (PL) contra crimes cibernéticos está causando polêmica.
Resumo:
Desde que foi aprovado pelo Senado, o projeto de lei contra crimes cibernéticos relatado pelo senador Azeredo está causando polêmica. Se aprovada, a lei não permitirá a livre circulação da informação pela internet.
Que lê jornal dá pessoalmente, a quem não lê, a notícia da maneira como a compreendeu.
A Lei, no Brasil, deve ser revista, e também no planeta, para sermos honestos, mas atenhamo-nos ao tema do debate.
Resumo:
Defendo a revisão da Lei de Imprensa no Brasil, por bom senso.
Claro, muitos virão dizer que lêem jornais diariamente. São estes do mesmo tipo que, quando entrevistados, dizem que lêem livros, vão à ópera e teatro, ouvem música clássica, e mais coisas assim. É óbvio que, entre estes autoproclamados refinados, atribuindo-se fachadas de elite cultural, a maioria incorre em falsidade exibicionista.
Resumo:
Quase ninguém mais lê jornal!
Claro, muitos virão dizer que lêem jornais diariamente. São, estes do mesmo tipo que, quando entrevistados, dizem que lêem livros, vão à ópera e teatro, ouvem música clássica, e mais coisas assim. Entretanto, essa questão é bem mais complexa, quando se fala de jornais, e é isso que desejo abordar.
A apenas aparente independência da imprensa brasileira, em especial a televisiva, é o cunho fatal e silencioso da nova censura. Com tão pouco tempo de democracia, parece que ainda estamos longe de conhecer uma imprensa ética, esclarecedora e, finalmente, independente no Brasil.