Nunca houve candidato presidencial tão sem chances como JK
(*) Nelson Valente
Resumo:
Nunca houve candidato presidencial tão sem chances como JK. As feridas provocadas pela crise de agosto de 1954 (morte de Vargas) estavam acesas. No poder haviam se instalado os conspiradores de agosto, a começar pelo presidente Café Filho, um vice que, no acesso da crise, deu o puxão final no tapete de Vargas, colocando-o à mercê dos sicários que desejavam apunhalá-lo politicamente. O chefe de sua Casa Militar, general Juarez Távora, era outro conspirador de primeira e última hora, bajulado pela UDN e dela bajulador: por sinal, ele acabaria como candidato da UDN para a sucessão de Café tornando-se o principal adversário de JK.
"No Brasil, há esperanças de que, em 2010, finalmente, como já sinalizou o presidente do TSE, Carlos Ayres Britto, a livre expressão de idéias e a propaganda política sejam permitidas na internet, assim como a arrecadação de doações para as campanhas eleitorais."
Enviado por Jornal de Debates (não verificado(a)) em 19. setembro 2006 - 21:00
A crise da compra de um dossiê contra os tucanos José Serra e Geraldo Alckmin se agrava. Desde o início do escândalo, seis petistas deixaram postos de comando no partido ou no governo: Ricardo Berzoini, Oswaldo Bargas, Jorge Lorenzetti, Hamilton Lacerda, Expedito Veloso e Freud Godoy.