Um dia, num debate, eu disse a um contestante que minha intenção era lhe educar.
Chamou-me de presunçoso, prepotente e arrogante.
A educação exige a humildade do aluno e requer conhecimento do professor.
Resumo:
Que outra maneira há de se aprender para ensinar se não ler ou escrever? Falar?
Surdos aprendem. Mudos falam. Cegos leem. E burros aprendem.
...
Faço aqui uma afirmação, que não creio que possa ser contestada: "O poder corrompe o cidadão." E o poder está no equilíbrio da Justiça. O povo merece, tem direito e é um dever do Estado educar bem sua população. Só assim a nação evolui.
Então pergunto: Porque a Justiça não é justa?
Baumann me parece correto em sua reflexão.
Eu estenderia sua afirmação para "A fragilidade dos laços humanos não é um desvio de rota na história da civilização..." mas uma certeza que provoca na civilização as mudanças.
Ao deixar de existir algo tão enaltecido como o romantismo no amor ele fatalmente tornar-se-á, ao futuro que o buscará desconhecendo o que seja, um mito.
Resumo:
O amor romântico ainda não desapareceu, portanto não posso afirmar que tenha virado mito o que ainda é fato e frequente nas vidas minha e de tanta gente que conheço ou de quem ouço falar. Talvez a melhor resposta para essa questão seja dizermos que o amor romântico é um mito, e eterno.
O Jornal de debates pergunta: o amor romântico virou mito? Primeiramente temos que revelar o que é um mito. Muito associasse hoje mito à mentira, quando na verdade mito é uma história cheia de imaginação que tem uma linguagem própria simbólica, tipo, pra proteger o mito. Então quando você ouvir ou ler um mito veja com uma visão simbólica e não as coisas ao pé da letra.
Humanamente falando, pode ser que esses dois fatos não façam o menor sentido. Principalmente quando nos colocamos no lugar dos parentes mais próximos das vítimas que experimentaram na pele essas duas dolorosas perdas.
Enviado por Jornal de Debates (não verificado(a)) em 24. agosto 2008 - 16:15
No livro Amor Líquido, o sociólogo polonês Zygmunt Baumann faz uma reflexão acerca das relações sociais e afetivas no mundo atual, neste tempo que se convencionou chamar de pós-modernidade<
Resumo:
O sociólogo polonês Zygmunt Baumann faz uma reflexão acerca das relações sociais e afetivas na pós-modernidade e identifica a urgência e a conseqüente frustração em viver um relacionamento plenamente satisfatório num mundo de contatos rápidos e de bens descartáveis.