Em primeiro lugar quero afirmar que sou contra o aborto, pois acredito que não compete ao homem decidir quem deve viver ou morrer numa situação dessas, mas sim que seja entregue nas mãos de Deus para que Ele possa tomar providência.
Resposta ao artigo abaixo de Alessandra Novaes:
Isso, entre humanos, é considerado valor.
Estamos no caminho certo? Não precisamos de moedas para trocarmos amor.
Amor é valor. Na minha opinião. Modesto, reconheço que erro em julgamentos. Isso não é bom sinal de bom valor. Me perdôo, isso é inequivocamente egoísta, e não é racional julgar que errar é um acerto.
Acertar não é um erro, ao menos tenho isso de conceito base.
Respondo tua pergunta, Thauan Corrêa, com propriedade e determinação.
Quinhentos reais pagariam a vida de um rapaz na cadeia. Um jovem, acusado e não condenado, que estava por ali à espera de pagamento.
Assim é o mundo hoje. Há valores menores, sabemos, e maiores, mas não é numérico o valor de uma vida dessas que aqui falamos.
Resumo:
Hoje sabemos que acusações destróem vidas. Agora, além de já terem matado os fetos ainda vão seguir matando mãe, pai e amigos?
Também apoio, Thauan, a Saúde Pública, e sempre, e o aborto de acordo com a legislação deve ser levado a sério, lei é lei. São suas, e as faço aqui minhas, com sua permissão, essas palavras. Lei é leí. E é de seriedade e valor que falamos.
Cada personalidade humana do criador deve ser respeitada como livre e autônoma por suas demais, e nesse caso especifico é claro cabe a cada uma decidir sobre o uso de seu próprio corpo até porque o aborto é um ato que não coloca em risco a sobrevivência dos demais, ou seja, só afetara a vida do próprio indivíduo, e de sua cria, e não tem relação com a sobrevivência dos demais, portan
Eu posso compreender um pai molestar uma filha de seis anos, da mesma maneira como posso ponderar um estupro a uma menina de nove ou falar do esforço que uma mãe tem aos 14 para ensinar sua filha de 20 criar uma menina que vai certamente passar pelos 30 e ter um filho para entender como é bela a natureza dessa vida. Pode-se educar essas pessoas todas da mesma maneira, não é?
Resumo:
Eu posso compreender um pai molestar uma filha de seis anos, da mesma maneira como posso ponderar um estupro a uma menina de nove ou falar do esforço que uma mãe tem aos 14 para ensinar sua filha de 20 criar uma menina que vai certamente passar pelos 30 e ter um filho para entender como é bela a natureza dessa vida. Pode-se educar essas pessoas todas da mesma maneira, não é? Se ensinarmos a todas elas os mesmos valores, os mesmos valores elas aprenderão. Se falharmos, a culpa de seus erros é nossa. Ou não sabemos valorizar o ensino.
É espantoso presenciarmos todo o reboliço da igreja em relação ao aborto que interrompeu a gravidez geminar da menina de 09 anos residente na localidade de Alagoinha, que desde os 06 anos de idade vinha sendo molestada sexualmente pelo padrasto.
Resumo:
É espantoso presenciarmos todo o reboliço da igreja em relação ao aborto que interrompeu a gravidez geminar da menina de 09 anos residente na localidade de Alagoinha, que desde os 06 anos de idade vinha sendo molestada sexualmente pelo padrasto.
Conquistamos liberdade, igualdade, direito, deveres e esquecemos-nos do dialogo, da atenção ao próximo. É lamentáveis as milhares de crianças perambulam catando alimentos no lixo, dormindo em calçadas feito animais.
Dái menos voz ao bispus ... Et cum espirituo tuo. O título era outro, "Teoria e saber", mas já que quem tem voz parece ser mesmo a igreja, vamos lá. Ela comanda o saber. Eu tinha a intenção de escrever sobre o que sabemos, e o que são apenas teorias. Aí me dei conta que os antigos não sabiam que a luz era fina, nem que se movia incessantemente através de nós.
Resumo:
Bom... o aborto é um assassinato de um ser humano e vivo.
A pedofilia é um crime humano e hediondo, um assassinato da pureza de uma alma, condenando ao corpo a viver uma vida de incompreensão e preconceito praticado contra a inocência de uma criança que se tornará um adulto infeliz até o fim de seus dias.
Há problemas a serem resolvidos na humanidade.
Que se impeçam os pedófilos de agirem e os humanos de se matarem entre si, células ainda ou mesmo já adultos, velhos e crianças.
Resume o que penso da questão.
O arcebispo de Olinda e Recife dom José Cardoso Sobrinho explica por que não excomungou o pedófilo que abusou sexualmente da menina, ocasionando a sua gravidez: "Esse padrasto cometeu um pecado gravíssimo. Agora, mais grave do que isso, sabe o que é? O aborto, eliminar uma vida inocente."
No caso da menina de Alagoinhas-PE, de 9 anos de idade, e grávida de gêmeos em decorrência de estupro, o aborto atendeu a todos os requisitos legais. Isso que temos uma legislação retrógrada por imposições religiosas, numa questão que já deveria ter sido contemplada por uma natureza laica.
Resumo:
Tem-se na ação da Igreja de excomungar, fazendo isso publicamente, com ampla divulgação pela imprensa nacional e internacional, e de forma a ter repercussões sociais extremamente estigmatizadoras e promotoras de reações de execração, um hediondo crime contra a honra.
Antes de entrar no mérito do tema, gostaria de ressaltar que no caso especial, sobre o qual se retoma o debate, priorizar o enfoque da disputa de poder entre o Estado e a Igreja, sobre a questão do aborto, é simplificar em demasia uma questão complexa.